Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
kim roletas

A notícia já tinha sido adiantada pela PAJAMAS  link externo Pajamas Media, e foi agora confirmada pela REUTERS  link externo Reuters.

o povo é sereno, é só fumaça!
Um fiasco... uma quilotonelada é sempre um estaladão dos diabos, mas levando em conta a quantidade de dinheiro e de recursos comprometidos, foi uma bomba de mau cheiro!!..


Será que, Muhammad Saeed al-Sahhaf jump to ---> Wikipedia está a dar aulas na Universidade de Pyongyang?

Se está, os alunos são maus, ou melhor... não são tão divertidos quanto foi o professor na aplicação das suas teses.

link externo Los Angeles Times  2009.06.17 / U.S. may be within N. Korea missile range in 3 years, official warns
link externo Asia Times  2009.06.18 / Obama lights North Korea's fuse



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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

 

A eleição do presidente no Irão, não é o mesmo que uma eleição presidencial numa democracia ocidental. No Ocidente, o Presidente é o comandante das forças armadas, noutros também é o chefe dos serviços de informação e da polícia. No Irão, o presidente não tem esses poderes. Pode assinar tratados, nomear funcionários e gerir uns quantos assuntos domésticos, mas o verdadeiro poder no Irão pertence ao Líder da Revolução, o Supremo Líder, Ayatollah Ali Khamenei.

O Supremo Líder tem autoridade quase absoluta, - pode demitir o presidente, ignorar a legislação, os comandos das forças armadas e da Guarda Revolucionária Islâmica, e controla os serviços de informação e de segurança. Teoricamente fiscalizado por uma Câmara Alta, composta exclusivamente por clérigos que nunca vão contra o Líder Supremo.

As manifestações vão continuar por um período curto de tempo. Musavi e os manifestantes querem que o Líder Supremo anule as eleições e convoque uma nova votação, situação pouco provável de vir a acontecer, porque Khamenei quer Ahmadinejad na Presidência, e assim será.

Os dois candidatos, Mahmoud Ahmadinejad e Mir Hossein Musavi, não tem posições muito afastadas, apesar do rótulo de "moderado" colado a Musavi que é apenas um pouco menos radical do que Ahmadinejad.

Tentar prever o que vai acontecer no Irão é difícil, mas mais dia menos dia, o povo iraniano vai fartar-se dos mulás, e vai querer ver-se livre deles. Mas esse dia ainda não está para breve!!..

 

Updated #1: Por detrás do morto, podem estar mais cinco

 

Durante o ataque de ontem à noite, pela milícia Basij ao campo Universitário de Teerão, um estudante perdeu a vida, e quatro outros, incluindo duas estudantes, foram gravemente feridos e correm todos perigo de vida.

Protestando contra os ataques e os assassinatos, 119 professores universitários, incluindo o presidente do Departamento de Ciência da Computação, demitiram-se hoje em massa.

Os alunos estão a exigir a demissão do presidente universidade Farhad Rahbar pela sua inacção para evitar o ataque da milícia Basij.

link externo Público  2009.06.15 / Novos disparos ouvidos na capital iraniana após marcha da oposição
link externo foxNEWS  2009.06.15 / Gunfire Erupts at Iranian Pro-Reform Protests, At Least 1 Killed
link externo AL JAZEERA  2009.06.16 / 'One shot dead' at Iran protest
link externo Público  2009.06.20 / Centenas de polícias de choque procuram evitar manifestações em Teerão



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Domingo, 14 de Junho de 2009

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O USS Ronald Reagan (CVN-76) link externo página oficial, zarpou de San Diego para as áreas de intervenção da 7ª e 5ª Frota, que não é dificil de adivinhar serem a Coreia e o Golfo Pérsico!!...

Ao mais poderoso vaso de guerra do mundo juntou-se o Cruzador, da classe Ticonderoga, USS Chancellorsville (CG 62) link externo página oficial, os Destroyer, da classe Arleigh Burke, USS Decatur (DDG 73) link externo página oficial, USS Howard (DDG 83) link externo página oficial, USS Gridley (DDG 101) link externo página oficial e a Fragata, da classe Oliver Hazard Perry, USS Thach(FFG 43)  link externo página oficial.

 

 
enlarge: USS Chancellorsville (CG-62)enlarge: USS Decatur (DDG-73)enlarge: USS Howard (DDG 83)enlarge: USS Gridley (DDG 101)enlarge: USS Thach (FFG 43)
USS Chancellorsville (CG-62)USS Decatur (DDG-73)USS Howard (DDG-83)USS Gridley (DDG-101)USS Thach (FFG-43)

 

 

7th badge

A 7ª Frota da Marinha dos Estados Unidos, tem por base permanente Yokosuka no Japão, com unidades localizadas em Sasebo, também no Japão, Chinhae na Coreia do Sul e Guam nas Marianas.

É a maior frota da Marinha dos E.U., composta por com 50-60 navios, 350 aviões e cerca de 60.000 Marine Corps.

 

 
Yokosuka

 

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O Comando das Actividades da 7ª Frota da Marinha dos E.U., está sediado na Base Naval de Yokosuka, Japão. É considerada, estrategicamente, a Base Naval mais importante do Pacífico Ocidental.

Está localizada na entrada da Baía de Tokyo, 65 km a sul de Tóquio e de, aproximadamente, 30 km ao sul de Yokohama. Os comandos que compõem esta instalação de apoio operacional ao WESTPAC inclui a Sétima Frota, o Destroyer Squadron 15, e o apoio permanente ao porta-aviões, USS George Washington (CVN-73).

 

 

fotografia disponível
Os Vasos da 7ª, sob o comando do USS Blue Ridge (LCC-19) link externo página oficial  fotografia disponível, que normalmente aqui se encontram fundeados, são o porta-aviões da classe Nimitz USS George Washington (CVN-73) link externo página oficial  fotografia disponível, os Cruzadores da classe Ticonderoga USS Cowpens (CG-63) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Shiloh (CG-67) link externo página oficial  fotografia disponível, e os Destroyer da classe Arleigh Burke USS Curtis Wilbur (DDG-54) link externo página oficial  fotografia disponível, USS John S. McCain (DDG-56) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Fitzgerald (DDG-62) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Stethem (DDG-63) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Lassen (DDG-82) link externo página oficial  fotografia disponível, USS McCampbell (DDG-85) link externo página oficial  fotografia disponível, e o USS Mustin (DDG-89) link externo página oficial  fotografia disponível.

 

 
ampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerra
ampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerra

 

 
Sasebo

 

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Situada em Sasebo, Kyushu, é uma das bases navais dos E.U., no Japão. Oferece facilidades para o apoio logístico às forças da Frota do Pacífico.

Quando a Guerra da Coreia eclodiu, Sasebo tornou-se o principal ponto de partida para o lançamento das forças das Nações Unidas e dos E.U. Milhões de toneladas de munições, combustíveis, tanques, camiões e suprimentos fluíram através Sasebo a caminho da Coreia.

Sasebo desempenhou um papel vital na Operação Desert Shield / Storm durante 1990-91, servindo como de ponto de abastecimento munições e combustível para os navios e para os fuzileiros navais que operaram no teatro do Golfo Pérsico.

Os Vasos da 7ª que normalmente aqui se encontram fundeados, são os navios de assalto e desembarque anfíbio, da classe Wasp o USS Essex (LHD-2) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Whidbey Island o USS Tortuga (LSD-46) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Austin o USS Denver (LPD-9) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Harpers Ferry o USS Harpers Ferry (LSD-49) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Avenger os Draga-Minas USS Guardian (MCM-5) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Patriot (MCM-7) link externo página oficial  fotografia disponível, e de salvamento o USNS Safeguard (T-ARS-50) link externo página oficial.  fotografia disponível

 

 
ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra
ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra

 

 
Guam

 

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A Base Naval de Guam é uma base naval estratégica localizada no APRA Harbor, Guam. Casa do Comando Naval das Forças das Marianas, do Comando de Submarinos Squadron 15.

É a sede de três submarinos classe Los Angeles e de unidades que operam no apoio do Comando da 7ª e 5ª Frota.

 

 
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ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra

 


link externo Navy Compass  2009.05.28 / USS Ronald Reagan Deploys
link externo Telegraph  2009.06.13 / North Korea in 'early phase of all-out confrontation with US'
link externo Reuters  2009.06.11 / North Korea, Iran joined on missile work - U.S. general



ADzivo às 23:56 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

 


link externo Strategy Page  2009.06.09
        Cooks On Aussie Subs Are Paid More Than Admirals


Cough... cough... uma francesinha, sff !!..

Conhecendo os australianos, ser um chef num aussie sub, no sentido profissional da categoria, é por burros a degustar pão-de-ló com Porto Tawny 30 Years Old!!..

O que se faz para manter a moral...

 

enlarge: Stealth B2-A | an expensive toy
link externo Flightglobal  2009.06.09
        USAF to arm B-2A with massive bunker-buster bomb


Os yankees deram com Zion link externo Wikipedia no manto terrestre!!..

As Massive Ordnance Penetrator (MOP) com maior poder de penetração, do arsenal americano são de 2.270kg, esta nova é de 13.600kg!!..

MATRIX IV em breve, num cinema perto de si!!..

 

enlarge: RQ-4A Global Hawk
link externo Military 2009.06.10
        US Raising Status of Drone Pilots


Os UAV link externo Wikipedia estão a ser projectados para todos os fins, havendo já quem diga que o F-35 Lightning II  link externo Wikipedia será o último caça com o piloto tradicional.

A nova terminologia será Geekilot!!..

 


link externo Telegraph 2009.06.10
        EU security proposals are 'dangerously authoritarian'


"Stockholm programme", conforme é conhecido nos círculos de Bruxelas, não passa de uma sub-repticia introdução do "Big Brother".

A triste parte desta história é que, com férias à porta, e eleições para as Autárquicas e Legislativas, os portugas e a sua "distinta classe política" nem sequer vão debater as propostas para esta nova "sociedade de vigilância".

 

Ctrl+O


link externo The Australian  2009.06.11 / A New Cold War In The Middle East
link externo The Washington Post  2009.06.11 / Duel of the Spy Chiefs
link externo Los Angeles Times  2009.06.11 / Punishing North Korea won't be easy


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ADzivo às 15:50 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
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link externo Wall Street Journal  2009.06.11 / Get Ready for Inflation and Higher Interest Rates
             The unprecedented expansion of the money supply could make the '70s look benign.
             ... Plano, na forja, para o assalto aos nossos bolsos


link externo Washington Times  2009.06.10 / Putin: Russia might abandon nukes if others do
             ... O Putin anda a beber Vodka a mais

 

Ctrl+O


link externo Real Clear World  2009.06.10 / A Silent Revolution in Iran
link externo The Guardian  2009.06.09 / Now Obama must include Iran in an axis of respect
link externo Foreign Policy  2009.06.10 / Photo Essay: Ahmadi Bye-Bye in Iran?
link externo Telegraph  2009.06.09 / Life inside the Downing Street bunker
link externo Forbes  2009.06.10 / The Rise And Fall Of Gordon Brown's Empire


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ADzivo às 02:20 | link do post | comentar

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009


Esta notícia é preocupante a vários níveis. Se o terrorismo está envolvido (ou não) é algo que com o tempo deverá ser possível de se determinar .... mas o facto de que dois homens conhecidos com ligações a terroristas islâmicos estarem a bordo deve pôr, a todos os que projectam férias 'over seas', os cabelos em pé.

A fonte ser os serviços secretos franceses, em face do seu curriculum vitae, é que deixa muito a desejar...

link externo IBTimes  2009.06.10 / Islamic terrorists were in Air France flight 447
link externo Sky News  2009.06.10 / Terror Names Linked To Doomed Flight AF 447



ADzivo às 17:12 | link do post | comentar

Terça-feira, 9 de Junho de 2009

A arte da política não é transformar um problema numa ameaça, e uma ameaça num conflito armado. A retaliação lógica, da Guerra Fria, poderá colocar-nos num declive escorregadio, com consequências imprevisíveis.

enlarge: ponte para nenhures

Com os seus 60 anos de existência, a Coreia do Norte mantém-se como o último Estado estalinista. Nesta restritiva sociedade, é difícil - se não impossível - aos residentes aperceberem-se da realidade em que vivem, comparativamente com o "mundo ameaçador" do exterior.

enlarge: fucking anecdotic © Eric Lafforgueenlarge: fucking desert © Eric Lafforgue enlarge: fucking gray by Eric Lafforgueenlarge: fucking align
Complicar o puzzle

 

As notícias do teste nuclear na Coreia do Norte em 25 de Maio vieram, possivelmente, esgotar a já pouca paciência existente em relação a Kim Jong-Il.

Os sul-coreanos estão preocupados não só com a sua segurança, mas também com a situação na Coreia do Norte fruto da solidariedade para os seus compatriotas, do outro lado da linha de demarcação e pelo desejo de uma, cada vez mais difícil, reunificação. Sem pânico, mas com emoção questionam-se sobre o que irá acontecer a seguir.

Há um ano os acontecimentos pareciam indicar um rumo bem diferente do actual, com a perspectiva de uma Península Coreana livre de armas nucleares cada vez mais realista. A Coreia do Norte tinha  concordado em encerrar o seu principal reactor nuclear, em Yongbyon, e em Junho de 2008, canais de televisão mostravam  a implosão da torre de arrefecimento do reactor, e a sua parcial desactivação. 18.000 páginas de documentação sobre o andamento de seu programa nuclear desde 1990, foram fornecidas aos Estados Unidos e à China. Foi permitido o acesso às suas instalações nucleares, aos Inspectores das Nações Unidas.

Então, de repente, veio a reviravolta. Foi negado o acesso aos inspectores, a desactivação do reactor de Yongbyon foi suspensa, retirou-se das conversações com os Estados Unidos, China, Rússia, Japão e Coreia do Sul, efectuou o seu segundo teste nuclear - o primeiro foi em Outubro de 2006 - e disparou pelo menos seis mísseis de teste em menos de uma semana. Como se tudo isto não bastasse, declarou nulo o armistício que terminou o conflito Coreano, de 1950-53, e deixou de reconhecer as fronteiras marítimas, no Mar Amarelo.

As avaliações do que poderá estar por detrás disto tudo, são as mais divergentes. No que respeita à Coreia do Norte alguns classificam as acções como irracionais, outros vêem como sendo uma tentativa para pressionar a comunidade internacional a dar mais ajudas; outros ainda sugerem que os acontecimentos é o aquecimento interno pela luta da sucessão. Na Coreia do Sul, alguns acreditam que a linha mais dura tomada pelo seu novo presidente para com o Norte tem sido contraproducente.

 

A confecção das pipocas

 

Ao virar pipoca, o milho estoira em todas as direcções. É necessário encontrar o caminho para retomar o diálogo político e diplomático, em particular com o das conversações das seis-partes. Mas mesmo a "paciência diplomática" tem limites, e a solução militar deve ser evitada.

Tal como uma criança que amua, Kim Jong-Il não gosta de ser repreendido, e pode-se entrar numa espiral que empurrará os norte-coreanos para a imprudência e consequente irritação das democracias, como pode ser visto na forte declaração feita pelo Conselho de Segurança da ONU.

Cabe ao Conselho de Segurança conceber acções concretas, que sublinhem a firmeza dos seus membros. Tem que ficar claro, ao regime norte-coreano, que o seu comportamento tem consequências. Mas para aqueles que esperam sanções duras, também devem ter em mente duas coisas. Primeiro, o povo sofredor da Coreia do Norte não deve ser refém do problema nuclear. Em segundo lugar, o colapso de um Estado com armamento nuclear, sempre muito problemático, pode ultrapassar esta barreira e tornar-se catastrófico.

enlarge: trabalhadores, em formatura(!), a caminho da fábrica enlarge: Cidade norte-coreana de Hyesan enlarge: edifício do partido, em Hyesan enlarge: dinastia Kim enlarge: dinastia Kim
enlarge: lavadeira enlarge: DMZ enlarge: Pyongyang enlarge: hora de ponta, em Pyongyang enlarge: Centro de Pyongyang
enlarge: transportes enlarge: carro de boi enlarge: A alfabetização das aves enlarge: KaGrandes passeios!!! enlarge: Guarda fronteiriço da Coreia do Norte
É a China que detém a chave para a Coreia do Norte?

 

A China pode ser a chave para a solução política, porque mantém relações com a Coreia do Norte a nível governamental, e porque lhe proporciona ajuda económica vital. Pode advertir Pyongyang que, a manter o rumo actual, vai ter graves consequências. Mas também é da China, como aliada da Pyongyang e membro do Conselho de Segurança da ONU, que se espera respostas a perguntas como: Onde está a "ameaça à soberania do país", tantas vezes invocado pela Coreia do Norte para as provocações militares?

Por isso, hesitam apoiar verdadeiras sanções como cortar o fornecimento de petróleo e carvão, que seria letais para a economia norte-coreana. Verdade, tais medidas poderiam desestabilizar o regime.

Kim Jong Il, sabe disso e está a tentar tirar vantagem do desejo de Pequim em querer estabilidade na península coreana, com actos provocatórios que podem alterar irreversivelmente algumas situações no nordeste da Ásia. A reacção chinesa é de cautela. De certa forma, receia uma implosão do regime norte-coreano, com uma avalanche de refugiados. Pequim, aparentemente, acredita que os seus interesses estão mais bem servidos com um regime norte-coreano fraco, e dependente da China, e aposta numa transição suave do poder. Os movimentos calculados de Kim, parecem concebidos para ajudar a garantir uma sucessão dinástica da Coreia do Norte, como sendo um estado com poder nuclear.

enlarge: ponte para nenhures

Só que a Coreia do Norte não é o Irão! Não possui petróleo nem gás natural para reverter o efeito das sanções. Se deixada "à rédea solta", Pyongyang vai tentar manter uma situação que lhe possibilite manter a chantagem - as armas nucleares. E o que é mais perigoso: a instabilidade da sucessão de Kim, ou a Coreia do Norte tentar redefinir o status nuclear na península coreana? Será essa é a causa para uma China tão cuidadosa?

Kim Jong-Il é, em parte, um produto da diplomacia chinesa que pode ficar envergonhada, se o pressionar sem sucesso. Mas Pequim também parece ter chegado à conclusão que o melhor passo para manter a estabilidade na Coreia do Norte, é apoiar outra transferência hereditária de poder. Independentemente das boas razões e cálculos da China, compete aos E.U. lembrar Pequim para os perigos de Kim ter margem de manobra. Um novo teste nuclear pode muito bem ser uma viragem na segurança efectiva da Ásia. Alguns políticos da Coreia do Sul já começaram a questionar se devem continuar a respeitar as restrições sobre as suas capacidades acordadas para mísseis com os E.U. em 1999. Novas acções de força de Pyongyang, podem levar a que outros, no nordeste da Ásia, considerem as suas próprias opções nucleares.

Os E.U. apostam no insucesso da tecnologia norte-coreana, nesta montra de demonstração comercial, que tem sido os últimos lançamentos. Irão, Síria e Venezuela podem não ter ficado muito convencidos com o foguetório, mas quanto ao teste nuclear, sem evolução tecnológica que pouco ou nada diferiu do de 2006, acaba mesmo assim por ser tentador.

O controlo marítimo, anunciado pela Coreia do Sul, de forma a desmobilizar intenções de tráfico nuclear, retira espaço de manobra a Pyongyang, e pode ser um rastilho. Da cooperação nuclear entre a Coreia do Norte e a Síria rendeu um acordo secreto para Pyongyang para construir um reactor de plutónio encoberto por Damasco. A força aérea israelita julgou ter resolvido o problema em Setembro de 2007, mas o projecto foi reiniciado.

O garrote da China sobre a Coreia do Norte é limitado, mas é mais significativo do que o de qualquer outra nação. Na verdade, a China revelou-se fundamental para levar Pyongyang de volta à ronda de conversações a seis, após o teste nuclear em 2006. Resta saber se a China pode colocar novamente suficiente pressão sobre a Coreia do Norte para a fazer mudar de curso. Se pode e se pretende!

link externo Time  2009.06.10 / Could North Korea Provoke a New Korean War?
link externo LIFE magazine  2009.06.10 / Pictures of North Korea's secrets and lies




Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
 
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Porque é que Gates não utiliza a Bola de Golfe para monitorizar o foguetório?

 

O Secretário da Defesa, Robert Gates, não autorizou a utilização do SBX link externo Wikipedia, um dos mais avançados sistemas de radar militar, para monitorizar os lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, impossibilitando os técnicos de recolher informação detalhada do lançamento. Confrontado com a questão de "não querer provocar a Coreia do Norte", Gates justificou ser apenas uma questão de dinheiro. Ainda segundo Gates, os seus assessores militares tinham-no desaconselhado a utilização do SBX, no primeiro lançamento.

O SBX, com um custo de US $900 milhões, tem um poderoso sistema de monitorização de radar que pode detectar pequenos objectos a milhares de quilómetros de distância. Mas o SBX é notoriamente frágil. Na semana que antecedeu o primeiro lançamento norte-coreano, estava em reparações. Deslocá-lo para o Alasca, para poder acompanhar o lançamento do míssil de Pyongyang, teria custado 50 a 100 milhões de dólares, segundo Gates, quando todos os serviços de informação garantiam tratar-se apenas de um lançamento de um satélite.

O SBX foi concebido para detectar e rastrear mísseis balísticos de forma mais eficaz e fornecer informações para orientar os interceptores, tanto em terra como no mar. A potência e a precisão do seu feixe melhora a capacidade do interceptador para distinguir os tipos de mísseis de penetração. Na verdade, o radar é tão poderoso que, estando no Alaska, pode acompanhar um objecto do tamanho de uma bola de baseball sobre a Costa Leste. O radar encontra-se habitualmente ancorado em Adak, no Alaska's, no entanto sendo um radar móvel, já foi movido pelo seu próprio poder, para o Pacífico para vários testes de rastreio de mísseis.

 
enlarge: SBX em deslocaçãoenlarge: Somewhere Over the Rainbowenlarge: SBX - com o USS Arizona Memorial em primeiro plano. Pearl Harbor, Hawaii.enlarge: SBX


ADzivo às 22:15 | link do post | comentar

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A lua crescente, símbolo da fé do Islão [ AP Photo/Wally Santana ]

As eleições para o Parlamento Libanês realizam-se neste domingo, 7 Jun. Embora existam mais de 20 partidos políticos diferentes, a eleição resume-se à escolha de uma coligação pró-síria ou de uma coligação anti-síria. Actualmente a coligação anti-síria, Aliança 14 Março link externo Wikipedia, formada em 2005, que forçou a retirada da Síria do Líbano depois de uma longa ocupação, detém a maioria com 68 dos 128 lugares. Mas há fortes indícios de que a coligação pró-síria, liderada pelo Hizballah, poderá conquistar lugares suficientes para formar o novo governo. Independentemente do vencedor, o futuro reserva-se preocupante para o Líbano e, por arrasto, para os cíclicos invasores vizinhos - Síria e Israel.

Se a vitória sorrir aos partidos da Aliança 14 Mar, o que não será fácil tendo em conta as assimetrias expostas pela coligação durante a campanha, é certo que o Hizballah vai reclamar manipulação eleitoral na tentativa de obter resultados fora das urnas. Mais o mais provável será a utilização da sua altamente treinada, e bem armada, milícia para iniciar outra guerra civil. Mesmo não alinhando com o Hizballah, é questionável que o Exército libanês possa vir a interceder num possível conflito subsequente.

O país está apenas agora a começar a recuperar da guerra civil, e quaisquer novos combates sangrentos, como foram os da última vez, seriam desastrosos para o país e, ironicamente, poder levar à reocupação síria. Igualmente desastroso seria a formação de um governo liderado por um alinhado persa. Provas de intromissão persas (iranianas) nos assuntos internos do Líbano, foram apresentadas por Sayyid Hassan Nasrallah, líder do Hizballah, num discurso em que revelou a intenção do Irão de fornecer a um Governo libanês, liderado por seu partido, sistemas avançados de mísseis de defesa anti-aérea. Estes mísseis destinam-se, principalmente e naturalmente, contra aviões de reconhecimento israelitas, e é difícil de imaginar que Israel não reaja, o mais rapidamente possível, para eliminar esta ameaça.

Para além de tudo isto, os países árabes vêem uma vitória do Hizballah com desconfiança e pessimismo. Desconfiam de intenções iranianas no litoral do Golfo Pérsico litoral e não vêem um Governo libanês amigável dos persas, com bons olhos. Neste quadro o Líbano, como a Síria, vão sentir o isolamento do mundo árabe, consequência da aproximação com o Irão. Isso poderá trazer dificuldades económicas, a um país tão dependente do turismo que sente orgulho de ser a capital do mundo árabe, com tudo o que lhe tem associado. Também por isto, é difícil imaginar a imposição de uma sobriedade e austeridade típica xiita dos mulás de Teerão.

Os E.U. terão fortes reservas quanto a um governo libanês liderado pelo Hizballah, independentemente da inflexão de 'adjectivação' que tenha assumido relativamente a esta "organização terrorista". Provavelmente pesadas sanções serão impostas, similares às impostas sobre a Síria. Para além dos danos económicos e do fim dos acordos de assistência militar ao Líbano, pior ainda seria o prejuízo para as relações entre Washington e Beirute, com o fim do "espírito existente de amizade, e cooperação", que perdura à décadas...

Assim, parece que o Líbano está entre a espada e a parede. Independentemente em quem vá votar, vai ter lenha.

Qual delas estará mais seca...



ADzivo às 14:17 | link do post | comentar

 

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A administração Obama não só bloqueou o pedido de Israel de helicópteros AH-64D Apache Longbow, como pretende fornecê-los aos vizinhos árabes do Egipto.

Israel pretendia comprar até seis novos Apache AH-64Ds num esforço para reforçar a sua capacidade de contra-insurgência, e para reconstituir a sua frota, após ter perdido dois helicópteros Apache, em 2006, na guerra com o Hizballah.

"Durante a recente guerra, Israel fez um considerável uso do Apache, com graves consequências nos civis da Faixa de Gaza", disse uma fonte próxima da administração.

A administração Obama notificou o Congresso, que o Egipto irá receber o helicóptero de ataque AH-64D Apache Longbow, num negócio no valor de $ 820 milhões.

O Congresso, que foi notificado na véspera da partida de Obama para a visita ao Cairo e ao Médio Oriente, tem 30 dias para aprovar, ou não, a pretensão da Administração Obama.

Adivinha-se um grande ruído de fundo da AIPAC no Congresso...através de quem?


link externo World Tribune  2009.05.27 / Administration blocks helicopters for Israel due to civilian casualties in Gaza
link externo World Tribune  2009.06.01 / Obama okays Longbow helicopters for Egypt



ADzivo às 01:19 | link do post | comentar

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
REUTERS

A maioria das pessoas nunca ouviu falar de Ghajar (غجر) - sem ser pela verdadeira razão pela qual deveria. Ghajar tem uma população de cerca de 2000 árabes, sendo a maioria da mesma, pequena, seita dos actuais e anteriores presidentes da Síria - os Alawi.

ver no Google Maps

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Ghajar está encravada na fronteira entre o Líbano e os territórios ocupados por Israel. Se este território ocupado era parte do Líbano ou da Síria, é ponto de discórdia entre o Líbano a Síria e Israel. A este respeito, Ghajar é semelhante a uma outra série de aldeias nesta mesma área, as «Chebaa Farms».

Ghajar está dividida em duas, pela fronteira internacional. A parte norte situa-se no Líbano e a parte sul na Síria, mas ocupada por Israel desde a Guerra Seis Dias, em 1967. Durante a invasão do sul do Líbano em 1982, por Israel, as forças israelitas ocuparam também a parte libanesa de Ghajar.

REUTERS

Quando, em 2000, Israel retirou do Líbano, as Nações Unidas delimitaram a fronteira, uma vez mais com a divisão da cidade entre o Líbano e os territórios ocupados da Síria, por Israel. As forças libanesas nominalmente assumiram o controlo, mas, na realidade, a parte libanesa tornou-se uma importante base de operações do Hizballah link externo Wikipedia.

Segundo os Acordos de Ta'if link externo Wikipedia e a Resolução 1559 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, todas as milícias libanesas teriam que ser desarmadas. Israel ao retirar, em 2000, fez com que, teoricamente, não houvesse nenhuma justificação para o Hizballah (ou de qualquer partido) manter uma ala de resistência armada. No entanto, o Hizballah afirmou que Israel não tinha retirado totalmente do Líbano, alegando que as 'Chebaa Farms' eram efectivamente território libanês, e não sírio. Esta alegação não tem fundamento, Chebaa é internacionalmente reconhecida como sendo território sírio ocupado por Israel.

ver no Google Maps

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Durante os combates, de 2006, entre o Hizballah e Israel, as tropas israelitas voltaram novamente a ocupar a parte norte de Ghajar, onde permanecem até hoje. Israel comprometeu-se a retirar-se do lado da fronteira do Líbano, assim que a situação de segurança o justificasse. O novo governo israelita disse que vai esperar até depois das eleições, em 7 de Junho, no Líbano para determinar se a retirada é justificada.

Israel teme que o Hizballah venha a ganhar mais poder nas eleições, e que se deixar Ghajar vai, na verdade, entregá-la ao Hizballah.

 

enlarge: checkpoint em Ghajarenlarge: checkpoint da FINULenlarge: ícones da ocupaçãoenlarge: patrulha da ONUenlarge: Alain Le Roy, secretário-geral das Nações Unidas para assuntos da paz

Claramente, em Ghajar, Israel está a ocupar uma parte do Líbano. Isso dá credibilidade ao argumento do Hizballah que Israel ainda está no Líbano, justificação utilizada para a manutenção continuada de seu braço armado. Embora Chebaa continue a ser um problema, uma saída israelita de Ghajar, esvazia os argumentos do Hizballah.

No próximo Domingo não se decide somente a composição do Parlamento Europeu. "Temos" as eleições no Líbano, que será uma pedra importantíssima no tabuleiro de xadrez da paz no médio-oriente e, será que há dúvidas da implantação xiita no Líbano?

 
enlarge: comício em Beiruteenlarge: comício em Beiruteenlarge: comício em Beiruteenlarge: comício em Beiruteenlarge: apoiante
enlarge: cerimónia de graduação de estudantes femininosenlarge: cerimónia de graduação de estudantes do Hizballahenlarge: comício em Beiruteenlarge: manifestação em Beiruteenlarge: estudantes xiitas
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ADzivo às 16:55 | link do post | comentar

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
 

GMZ - Grill Militarized Zone   |   Al Faw Palace, Camp Victory, Baghdad
[ photo by Richard Mosse ]

Os GI Joe's apressaram-se a ocupar os palácios de Saddam, porque seria nas suas caves que o ditador escondia as famigeradas armas de destruição maciça. Na tentativa de convencer os iraquianos de que os tinham libertado de um terrível ditador, acabaram por se sentar no seu trono!

Mais seguro para as guarnições seria um local sem associações com Saddam, ao terror e injustiças praticadas pelo ditador, "a razão da ocupação", mas em vez disso cometem o erro de repetir a história. Mas seria menos cómodo, menos condizente com o "American style", é um facto.

Breach, o retrato de uma qualquer manobra militar, para troca de cadeiras, da substituição e intensificação da violação, que a própria manobra se propõe acabar, da desagregação de muros de fortificação (ou palácios), da destruição maciça, em suma...

Breach, the american way of life.

 

Saudação em honra do 1st Lt. Roslyn Schulte, durante as cerimónias do Memorial Day, em 25 de Maio.
[ AP photo by Rafiq Maqbool ]

 
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ADzivo às 02:54 | link do post | comentar

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