Terça-feira, 10.11.09

UPDATE #1 (14:35) : O vaso de guerra norte coreano encaixou 15 dos 50 disparos. Ficou seriamente danificado e com fogo a bordo. Não me parece que o incidente vá morrer por aqui.

USS Missouri at Chong Jin, Korea

Navios de guerra norte e sul-coreanos envolveram-se numa troca de tiros, ao largo da costa oeste da Península Coreana.

O choque vem no momento em que as relações entre as Coreias dissolveram-se, corolário de vários meses de tensões causadas pelo teste do segundo dispositivo nuclear da Coréia do Norte.

Não houve vítimas do confronto, que teve lugar depois de um navio de guerra sul-coreano disparar tiros de aviso, à proa de um navio da marinha norte-coreano que tinha atravessado a fronteira. O vaso de guerra norte-coreano, respondeu ao fogo.

As marinhas do Norte e Coréia do Sul já travaram batalhas mortais, após a assinatura do armistício, ao longo da fronteira marítima ocidental no Mar Amarelo, em 1999 First Battle of Yeonpyeong First Battle of Yeonpyeong e 2002 Second Battle of Yeonpyeong Second Battle of Yeonpyeong.

No mês passado, a Coréia do Norte acusou a do Sul de enviar navios de guerra para a fronteira marítima para agitar as tensões, advertindo-a de que "imprudentes provocações militares" poderiam provocar confrontos armados.

O incidente antecede uma visita de Barack Obama de cinco dias à Ásia, durante o qual a questão do desarmamento nuclear da Coréia do Norte é um dos principais itens da agenda.

link externo Reuters  2009.11.09 / Two Koreas in naval clash, no casualties
link externo this is cnn  2009.11.10 / Report: Two Koreas' navies in skirmish
link externo Telegraph  2009.11.10 / Con Coughlin: The last thing the world needs now is conflict between North and South Korea



ADzivo às 10:48 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.10.09


A Coreia do Norte testou (disparou) hoje, cinco misseis de curto alcance, da sua plataforma de lançamento na costa leste.

A costa leste está declarada, pela Coreia do Norte, zona interditada pela até 20 de Outubro, porque é de prever mais foguetório.

Esta quebra no hiato de lançamentos dos últimos três meses antecedem, como habitualmente, uma nova ronda de negociações internacionais para a paz, para a qual a Coreia do Norte diz "estar pronta".

link externo Público  2009.10.14 / Coreia do Norte disposta a assinar tratado de paz com os EUA



ADzivo às 15:37 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.06.09
kim roletas

A notícia já tinha sido adiantada pela PAJAMAS  link externo Pajamas Media, e foi agora confirmada pela REUTERS  link externo Reuters.

o povo é sereno, é só fumaça!
Um fiasco... uma quilotonelada é sempre um estaladão dos diabos, mas levando em conta a quantidade de dinheiro e de recursos comprometidos, foi uma bomba de mau cheiro!!..


Será que, Muhammad Saeed al-Sahhaf jump to ---> Wikipedia está a dar aulas na Universidade de Pyongyang?

Se está, os alunos são maus, ou melhor... não são tão divertidos quanto foi o professor na aplicação das suas teses.

link externo Los Angeles Times  2009.06.17 / U.S. may be within N. Korea missile range in 3 years, official warns
link externo Asia Times  2009.06.18 / Obama lights North Korea's fuse



ADzivo às 22:47 | link do post | comentar

Domingo, 14.06.09

enlarge
O USS Ronald Reagan (CVN-76) link externo página oficial, zarpou de San Diego para as áreas de intervenção da 7ª e 5ª Frota, que não é dificil de adivinhar serem a Coreia e o Golfo Pérsico!!...

Ao mais poderoso vaso de guerra do mundo juntou-se o Cruzador, da classe Ticonderoga, USS Chancellorsville (CG 62) link externo página oficial, os Destroyer, da classe Arleigh Burke, USS Decatur (DDG 73) link externo página oficial, USS Howard (DDG 83) link externo página oficial, USS Gridley (DDG 101) link externo página oficial e a Fragata, da classe Oliver Hazard Perry, USS Thach(FFG 43)  link externo página oficial.

 

 
enlarge: USS Chancellorsville (CG-62)enlarge: USS Decatur (DDG-73)enlarge: USS Howard (DDG 83)enlarge: USS Gridley (DDG 101)enlarge: USS Thach (FFG 43)
USS Chancellorsville (CG-62)USS Decatur (DDG-73)USS Howard (DDG-83)USS Gridley (DDG-101)USS Thach (FFG-43)

 

 

7th badge

A 7ª Frota da Marinha dos Estados Unidos, tem por base permanente Yokosuka no Japão, com unidades localizadas em Sasebo, também no Japão, Chinhae na Coreia do Sul e Guam nas Marianas.

É a maior frota da Marinha dos E.U., composta por com 50-60 navios, 350 aviões e cerca de 60.000 Marine Corps.

 

 
Yokosuka

 

Ver no Google Maps


O Comando das Actividades da 7ª Frota da Marinha dos E.U., está sediado na Base Naval de Yokosuka, Japão. É considerada, estrategicamente, a Base Naval mais importante do Pacífico Ocidental.

Está localizada na entrada da Baía de Tokyo, 65 km a sul de Tóquio e de, aproximadamente, 30 km ao sul de Yokohama. Os comandos que compõem esta instalação de apoio operacional ao WESTPAC inclui a Sétima Frota, o Destroyer Squadron 15, e o apoio permanente ao porta-aviões, USS George Washington (CVN-73).

 

 

fotografia disponível
Os Vasos da 7ª, sob o comando do USS Blue Ridge (LCC-19) link externo página oficial  fotografia disponível, que normalmente aqui se encontram fundeados, são o porta-aviões da classe Nimitz USS George Washington (CVN-73) link externo página oficial  fotografia disponível, os Cruzadores da classe Ticonderoga USS Cowpens (CG-63) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Shiloh (CG-67) link externo página oficial  fotografia disponível, e os Destroyer da classe Arleigh Burke USS Curtis Wilbur (DDG-54) link externo página oficial  fotografia disponível, USS John S. McCain (DDG-56) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Fitzgerald (DDG-62) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Stethem (DDG-63) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Lassen (DDG-82) link externo página oficial  fotografia disponível, USS McCampbell (DDG-85) link externo página oficial  fotografia disponível, e o USS Mustin (DDG-89) link externo página oficial  fotografia disponível.

 

 
ampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerra
ampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerraampliar fotografia do vaso de guerra

 

 
Sasebo

 

ver no Google Maps

Ver no Google Maps


Situada em Sasebo, Kyushu, é uma das bases navais dos E.U., no Japão. Oferece facilidades para o apoio logístico às forças da Frota do Pacífico.

Quando a Guerra da Coreia eclodiu, Sasebo tornou-se o principal ponto de partida para o lançamento das forças das Nações Unidas e dos E.U. Milhões de toneladas de munições, combustíveis, tanques, camiões e suprimentos fluíram através Sasebo a caminho da Coreia.

Sasebo desempenhou um papel vital na Operação Desert Shield / Storm durante 1990-91, servindo como de ponto de abastecimento munições e combustível para os navios e para os fuzileiros navais que operaram no teatro do Golfo Pérsico.

Os Vasos da 7ª que normalmente aqui se encontram fundeados, são os navios de assalto e desembarque anfíbio, da classe Wasp o USS Essex (LHD-2) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Whidbey Island o USS Tortuga (LSD-46) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Austin o USS Denver (LPD-9) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Harpers Ferry o USS Harpers Ferry (LSD-49) link externo página oficial  fotografia disponível, da classe Avenger os Draga-Minas USS Guardian (MCM-5) link externo página oficial  fotografia disponível, USS Patriot (MCM-7) link externo página oficial  fotografia disponível, e de salvamento o USNS Safeguard (T-ARS-50) link externo página oficial.  fotografia disponível

 

 
ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra
ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra

 

 
Guam

 

ver no Google Maps

Ver no Google Maps



A Base Naval de Guam é uma base naval estratégica localizada no APRA Harbor, Guam. Casa do Comando Naval das Forças das Marianas, do Comando de Submarinos Squadron 15.

É a sede de três submarinos classe Los Angeles e de unidades que operam no apoio do Comando da 7ª e 5ª Frota.

 

 
ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar badge ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar badge
ampliar fotografia do vaso de guerra ampliar fotografia do vaso de guerra

 


link externo Navy Compass  2009.05.28 / USS Ronald Reagan Deploys
link externo Telegraph  2009.06.13 / North Korea in 'early phase of all-out confrontation with US'
link externo Reuters  2009.06.11 / North Korea, Iran joined on missile work - U.S. general



ADzivo às 23:56 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.06.09

A arte da política não é transformar um problema numa ameaça, e uma ameaça num conflito armado. A retaliação lógica, da Guerra Fria, poderá colocar-nos num declive escorregadio, com consequências imprevisíveis.

enlarge: ponte para nenhures

Com os seus 60 anos de existência, a Coreia do Norte mantém-se como o último Estado estalinista. Nesta restritiva sociedade, é difícil - se não impossível - aos residentes aperceberem-se da realidade em que vivem, comparativamente com o "mundo ameaçador" do exterior.

enlarge: fucking anecdotic © Eric Lafforgueenlarge: fucking desert © Eric Lafforgue enlarge: fucking gray by Eric Lafforgueenlarge: fucking align
Complicar o puzzle

 

As notícias do teste nuclear na Coreia do Norte em 25 de Maio vieram, possivelmente, esgotar a já pouca paciência existente em relação a Kim Jong-Il.

Os sul-coreanos estão preocupados não só com a sua segurança, mas também com a situação na Coreia do Norte fruto da solidariedade para os seus compatriotas, do outro lado da linha de demarcação e pelo desejo de uma, cada vez mais difícil, reunificação. Sem pânico, mas com emoção questionam-se sobre o que irá acontecer a seguir.

Há um ano os acontecimentos pareciam indicar um rumo bem diferente do actual, com a perspectiva de uma Península Coreana livre de armas nucleares cada vez mais realista. A Coreia do Norte tinha  concordado em encerrar o seu principal reactor nuclear, em Yongbyon, e em Junho de 2008, canais de televisão mostravam  a implosão da torre de arrefecimento do reactor, e a sua parcial desactivação. 18.000 páginas de documentação sobre o andamento de seu programa nuclear desde 1990, foram fornecidas aos Estados Unidos e à China. Foi permitido o acesso às suas instalações nucleares, aos Inspectores das Nações Unidas.

Então, de repente, veio a reviravolta. Foi negado o acesso aos inspectores, a desactivação do reactor de Yongbyon foi suspensa, retirou-se das conversações com os Estados Unidos, China, Rússia, Japão e Coreia do Sul, efectuou o seu segundo teste nuclear - o primeiro foi em Outubro de 2006 - e disparou pelo menos seis mísseis de teste em menos de uma semana. Como se tudo isto não bastasse, declarou nulo o armistício que terminou o conflito Coreano, de 1950-53, e deixou de reconhecer as fronteiras marítimas, no Mar Amarelo.

As avaliações do que poderá estar por detrás disto tudo, são as mais divergentes. No que respeita à Coreia do Norte alguns classificam as acções como irracionais, outros vêem como sendo uma tentativa para pressionar a comunidade internacional a dar mais ajudas; outros ainda sugerem que os acontecimentos é o aquecimento interno pela luta da sucessão. Na Coreia do Sul, alguns acreditam que a linha mais dura tomada pelo seu novo presidente para com o Norte tem sido contraproducente.

 

A confecção das pipocas

 

Ao virar pipoca, o milho estoira em todas as direcções. É necessário encontrar o caminho para retomar o diálogo político e diplomático, em particular com o das conversações das seis-partes. Mas mesmo a "paciência diplomática" tem limites, e a solução militar deve ser evitada.

Tal como uma criança que amua, Kim Jong-Il não gosta de ser repreendido, e pode-se entrar numa espiral que empurrará os norte-coreanos para a imprudência e consequente irritação das democracias, como pode ser visto na forte declaração feita pelo Conselho de Segurança da ONU.

Cabe ao Conselho de Segurança conceber acções concretas, que sublinhem a firmeza dos seus membros. Tem que ficar claro, ao regime norte-coreano, que o seu comportamento tem consequências. Mas para aqueles que esperam sanções duras, também devem ter em mente duas coisas. Primeiro, o povo sofredor da Coreia do Norte não deve ser refém do problema nuclear. Em segundo lugar, o colapso de um Estado com armamento nuclear, sempre muito problemático, pode ultrapassar esta barreira e tornar-se catastrófico.

enlarge: trabalhadores, em formatura(!), a caminho da fábrica enlarge: Cidade norte-coreana de Hyesan enlarge: edifício do partido, em Hyesan enlarge: dinastia Kim enlarge: dinastia Kim
enlarge: lavadeira enlarge: DMZ enlarge: Pyongyang enlarge: hora de ponta, em Pyongyang enlarge: Centro de Pyongyang
enlarge: transportes enlarge: carro de boi enlarge: A alfabetização das aves enlarge: KaGrandes passeios!!! enlarge: Guarda fronteiriço da Coreia do Norte
É a China que detém a chave para a Coreia do Norte?

 

A China pode ser a chave para a solução política, porque mantém relações com a Coreia do Norte a nível governamental, e porque lhe proporciona ajuda económica vital. Pode advertir Pyongyang que, a manter o rumo actual, vai ter graves consequências. Mas também é da China, como aliada da Pyongyang e membro do Conselho de Segurança da ONU, que se espera respostas a perguntas como: Onde está a "ameaça à soberania do país", tantas vezes invocado pela Coreia do Norte para as provocações militares?

Por isso, hesitam apoiar verdadeiras sanções como cortar o fornecimento de petróleo e carvão, que seria letais para a economia norte-coreana. Verdade, tais medidas poderiam desestabilizar o regime.

Kim Jong Il, sabe disso e está a tentar tirar vantagem do desejo de Pequim em querer estabilidade na península coreana, com actos provocatórios que podem alterar irreversivelmente algumas situações no nordeste da Ásia. A reacção chinesa é de cautela. De certa forma, receia uma implosão do regime norte-coreano, com uma avalanche de refugiados. Pequim, aparentemente, acredita que os seus interesses estão mais bem servidos com um regime norte-coreano fraco, e dependente da China, e aposta numa transição suave do poder. Os movimentos calculados de Kim, parecem concebidos para ajudar a garantir uma sucessão dinástica da Coreia do Norte, como sendo um estado com poder nuclear.

enlarge: ponte para nenhures

Só que a Coreia do Norte não é o Irão! Não possui petróleo nem gás natural para reverter o efeito das sanções. Se deixada "à rédea solta", Pyongyang vai tentar manter uma situação que lhe possibilite manter a chantagem - as armas nucleares. E o que é mais perigoso: a instabilidade da sucessão de Kim, ou a Coreia do Norte tentar redefinir o status nuclear na península coreana? Será essa é a causa para uma China tão cuidadosa?

Kim Jong-Il é, em parte, um produto da diplomacia chinesa que pode ficar envergonhada, se o pressionar sem sucesso. Mas Pequim também parece ter chegado à conclusão que o melhor passo para manter a estabilidade na Coreia do Norte, é apoiar outra transferência hereditária de poder. Independentemente das boas razões e cálculos da China, compete aos E.U. lembrar Pequim para os perigos de Kim ter margem de manobra. Um novo teste nuclear pode muito bem ser uma viragem na segurança efectiva da Ásia. Alguns políticos da Coreia do Sul já começaram a questionar se devem continuar a respeitar as restrições sobre as suas capacidades acordadas para mísseis com os E.U. em 1999. Novas acções de força de Pyongyang, podem levar a que outros, no nordeste da Ásia, considerem as suas próprias opções nucleares.

Os E.U. apostam no insucesso da tecnologia norte-coreana, nesta montra de demonstração comercial, que tem sido os últimos lançamentos. Irão, Síria e Venezuela podem não ter ficado muito convencidos com o foguetório, mas quanto ao teste nuclear, sem evolução tecnológica que pouco ou nada diferiu do de 2006, acaba mesmo assim por ser tentador.

O controlo marítimo, anunciado pela Coreia do Sul, de forma a desmobilizar intenções de tráfico nuclear, retira espaço de manobra a Pyongyang, e pode ser um rastilho. Da cooperação nuclear entre a Coreia do Norte e a Síria rendeu um acordo secreto para Pyongyang para construir um reactor de plutónio encoberto por Damasco. A força aérea israelita julgou ter resolvido o problema em Setembro de 2007, mas o projecto foi reiniciado.

O garrote da China sobre a Coreia do Norte é limitado, mas é mais significativo do que o de qualquer outra nação. Na verdade, a China revelou-se fundamental para levar Pyongyang de volta à ronda de conversações a seis, após o teste nuclear em 2006. Resta saber se a China pode colocar novamente suficiente pressão sobre a Coreia do Norte para a fazer mudar de curso. Se pode e se pretende!

link externo Time  2009.06.10 / Could North Korea Provoke a New Korean War?
link externo LIFE magazine  2009.06.10 / Pictures of North Korea's secrets and lies




Sexta-feira, 05.06.09
 
enlarge
Porque é que Gates não utiliza a Bola de Golfe para monitorizar o foguetório?

 

O Secretário da Defesa, Robert Gates, não autorizou a utilização do SBX link externo Wikipedia, um dos mais avançados sistemas de radar militar, para monitorizar os lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, impossibilitando os técnicos de recolher informação detalhada do lançamento. Confrontado com a questão de "não querer provocar a Coreia do Norte", Gates justificou ser apenas uma questão de dinheiro. Ainda segundo Gates, os seus assessores militares tinham-no desaconselhado a utilização do SBX, no primeiro lançamento.

O SBX, com um custo de US $900 milhões, tem um poderoso sistema de monitorização de radar que pode detectar pequenos objectos a milhares de quilómetros de distância. Mas o SBX é notoriamente frágil. Na semana que antecedeu o primeiro lançamento norte-coreano, estava em reparações. Deslocá-lo para o Alasca, para poder acompanhar o lançamento do míssil de Pyongyang, teria custado 50 a 100 milhões de dólares, segundo Gates, quando todos os serviços de informação garantiam tratar-se apenas de um lançamento de um satélite.

O SBX foi concebido para detectar e rastrear mísseis balísticos de forma mais eficaz e fornecer informações para orientar os interceptores, tanto em terra como no mar. A potência e a precisão do seu feixe melhora a capacidade do interceptador para distinguir os tipos de mísseis de penetração. Na verdade, o radar é tão poderoso que, estando no Alaska, pode acompanhar um objecto do tamanho de uma bola de baseball sobre a Costa Leste. O radar encontra-se habitualmente ancorado em Adak, no Alaska's, no entanto sendo um radar móvel, já foi movido pelo seu próprio poder, para o Pacífico para vários testes de rastreio de mísseis.

 
enlarge: SBX em deslocaçãoenlarge: Somewhere Over the Rainbowenlarge: SBX - com o USS Arizona Memorial em primeiro plano. Pearl Harbor, Hawaii.enlarge: SBX


ADzivo às 22:15 | link do post | comentar


WIKIPÉDIA
A enciclopédia livre

The siege on the Gaza Strip
Gaza crisis: key maps and timelinerecords that do not lie
btselem
Fórum Palestinaend the SIEGE ON GAZA
Aung San Suu Kyi - The Nobel Peace Prize 1991
Campaigning for Human Rights and Democracy in Burma70.000 CHILD SOLDIERS! MORE THAN ANY COUNTRY IN THE WORLD.
The Plight of the Afghan Woman
Afghanistan OnlineNeither the US nor Jehadies and Taliban
Tibet will be free

Free Tibet OrgThe Tortured Truth
Saramago
Nortadas

... como é possível que um euro tenha valor diferente se dispendido no Porto, Gaia, Matosinhos ou Maia ou gasto em Lisboa, Almada ou Amadora?

Porto

documentários

FRONTLINE-documentários em inglêsRECOMENDADOEURONEWS-documentários em português / Não há luz no fundo do túnel para o Médio OrienteEURONEWS-documentários em português / Os colonatos ilegais na CisjordâniaEURONEWS-documentários em português / Ali Larijani: a dissuasão iranianaGod's Chariot Episode 1 Part 1God's Chariot Episode 1 Part 2God's Chariot Episode 2 Part 1God's Chariot Episode 2 Part 2

÷ tags ÷

threats










AMEAÇAS

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

LES MISC


÷ artigos recentes ÷

Troca de mimos

Talk Party

Kim Jong-toys vs Kil Ob-a...

A 7ª está a postos

Veredas do Armageddon

Korea ‡ USA: #1 Nukes  vs...

÷ comentários recentes ÷

Você Ganhou um novo adepto do teu blog, gostei do ...
...pois, o ourives Luís Ferreira
Gente famosa é assim mesmo!
Não imaginava que estas situações fossem possiveis...
ainda não estou de volta, porque ainda estou "foca...
Estás de volta com as..."conchinhas"?
Parabéns pelo site!
a revolução começouwww.terrasonora-nunoviana.blogs...
÷ arquivo ÷

2011:

 J F M A M J J A S O N D

2010:

 J F M A M J J A S O N D

2009:

 J F M A M J J A S O N D

÷ feeds ÷
blogs SAPO
Fim da cena