Terça-feira, 17.11.09

A National Geographic (US) está a apresentar um documentário, de uma hora, sobre um hipotético ataque com uma bomba suja link externo NGS. Entre outros, o enredo incide sobre os profissionais de emergência que se aventuram na zona quente, uma mãe grávida e o seu filho bebé que se encontram numa zona contaminada e devem ser evacuados, e os cientistas destacados para o local para realizar a investigação forense.

A diversa informação útil no documentário - que se adivinha pelas apresentações -, levou-me a pensar como seria o cenário em Portugal, caso fosse exposto perante uma situação destas. E a percepção que tenho é que, sem Durão Barroso em Portugal, respiramos confiança na nossa nacionalidade, até ao dia em que nos acontecer algo de género de um 11 de Março de 2004 espanhol. Nesse dia vai ser um ai ai ai, que o Jack Bauer não é dos GOE link externo Wikipedia.

Independentemente do grau de profissioalismo dos elementos da protecção civil, caso não tenha havido um pré-aviso a dar conhecimento do tipo do engenho, parece-me que no desespero da ajuda às vítimas, vão-se contaminar ambulâncias, equipes médicas e hospitais.

Como sobreviver a uma ameaça com uma Bomba Suja

DDR
Não me lembro de algum exercício, em solo tuga, contra esta eventualidade. Uma ameaça com radiação, comummente referida como "bomba suja" ou dispositivo de dispersão radiológica (DDR), é o uso de explosivos comuns para espalhar material radioativo, sobre a área da deflagração.

Por não se tratar de uma explosão nuclear, a força da explosão e de contaminação radioactiva vai ser mais localizada. Embora a explosão seja imediatamente óbvia, a presença de radiação não é claramente detectável, nem mesmo para pessoal treinado com equipamento especializado. Como acontece com qualquer radiação, é importante limitar à sua exposição. É importante evitar respirar poeira radiológica que foi libertada para o ar. A fim de limitar a quantidade de radiação a que estão expostos, pense também sobre blindagem à radiação, na distância do evento e tempo de exposição.

Numa volta pelo portal da Autoridade Nacional de Protecção Civil link externo ANPC encontrei algo, mas não o suficiente para remover a ideia caótica que tenho da situação.

Assim o portal evita, ao máximo, a palavra "ameaça", e só lá chegamos pela opção de "Prevenção e Protecção". Fico a saber que uma ameaça com uma bomba suja é um "risco tecnológico", de seu nome "Ameaça NRBQ", de Nuclear, Radiológica, Biológica e Química.

As "Medidas de Autoprotecção", "Instruções Especiais" e "Em Caso de Evaquação", das ameaças NRBQ, são leituras obrigatórias. Não é um manual, mas um princípio de como reagir ao evento, por isso LEIA-AS. E é nesta leitura que se chega à conclusão de que... será um caos no jardim!


Não se aproveitem para, como desculpa de prevenção, fazerem uma stockagem anormal de vinho tinto e black vodka!!..


link externo ANPC  AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL
link externo NGS  2009.11.15 / Dirty Bomb Attack
link externo Portland Press Herald  2009.11.13 / TV show on 'dirty bomb' hitting Portland offered good advice
link externo be ready  Radiation Threat



ADzivo às 00:50 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28.10.09

Enquanto Israel persiste na ameaça aos Iranianos, para que eles terminem o seu programa nuclear, convém não esquecer das capacidades nucleares israelitas, paralelamente com o facto de não terem assinado o Tratado de não-Proliferação Nuclear.

 

O arsenal de mísseis nucleares de Israel é uma séria ameaça para o Irão, para todo o médio oriente e países árabes e, até mesmo, para a Europa.

Numa altura em que iniciaram conversações sérias entre os Estados Unidos ea Rússia sobre as armas nucleares, convém não esquecer Mordechai Vanunu link externo Wikipedia, que alertou o mundo para as armas nucleares de Israel, a partir de Dimona link externo Wikipedia no Deserto de Negev.

 

 



ADzivo às 13:42 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.10.09


         P: O que é que os Americanos foram fazer a Moscovo?
         R: Foram prós copos e às gajas!!..

Putin já tinha dito que era prematuro estar-se a discutir as sanções a aplicar ao Irão. "Não há necessidade de assustar os iranianos, quando podemos chegar a acordos", disse.

Então que conversações foi fazer Hillary Clinton a Moscovo, com o Irão na agenda? Segundo o Wall Street Journal foi buscar... nada!!.. Nem mesmo o seu desejo de se encontrar com Putin, que achou mais importante ir tratar de abrir portas a grandes projectos económicos e comerciais com a China, do que ter uma conversa de surdos com Hillary.

Quem não deu por perdida a viagem, foi o staff que acompanhou Hillary. No quiosque da esquina comparam uma quantidade apreciavel de cerveja russa, e foram para o hotel. Despois de secarem as bejekas, rumaram para uma boite, onde tentaram causar a melhor impressão às beldades russas. Embrulharam-se na noite e de manhã, quando tiveram que iniciar os trabalhos, não estavam lá com muito boa cara.

E como pobrezinho pode ir sem esmola, mas sem resposta não, Hillary ficou a saber que os Russos reservam-se ao direito de um ataque nuclear preventivo contra ameaças à sua soberania... venham elas da NATO ou dos EUA.

Há algo de anedótico nisto tudo. A Rússia faz esta ameaça, e os Estados Unidos aceita o programa de inspecções ao seu armamento nuclear, mais intrusivo até à data. Os Russos vão poder inspeccionar os principais locais onde os EUA tem instalações nucleares, para inventariar mísseis e ogivas.


jump to --> Pravda  2009.10.13 / Hillary Clinton's Team Enjoy Russian Beer and Night Clubs



ADzivo às 13:19 | link do post | comentar

Quarta-feira, 14.10.09

big madafaka
No GPS 2k90612 (12 de Junho) link neste blog link neste blog referi que os yankees tinham dado com Zion no manto terrestre, e que estavam aí as MOP com o maior poder de penetração, do arsenal americano!!..

Pois bem, senhoras e senhoras apresento a dita. Reparem bem que aquelas coisas redondas em baixo, são as cabecitas dos admiradores.

DASSE, vá ser grande ao raio que a parta. Clickem em cima da pic para aumentá-la.

Vamos a nºs.

Só para preparar o B-2 Spirit para carregar a "piquena", a McDonnell Douglas fez um contrato de 51.9 milhões de dolars.

Pode penetrar até 60m/5.000 psi de betão reforçado; 40m de rocha.

Pesa 16.608 kg e tem uma cabeça explosiva de 2.700kg. Mede 6 metros de comprimento... ganda supositório!!..

Ficam a saber que se a abordagem diplomática falhar, este é o Plano B que o Pentágono tem para lidar com o Irão.

 


ADzivo às 03:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.10.09


A Coreia do Norte testou (disparou) hoje, cinco misseis de curto alcance, da sua plataforma de lançamento na costa leste.

A costa leste está declarada, pela Coreia do Norte, zona interditada pela até 20 de Outubro, porque é de prever mais foguetório.

Esta quebra no hiato de lançamentos dos últimos três meses antecedem, como habitualmente, uma nova ronda de negociações internacionais para a paz, para a qual a Coreia do Norte diz "estar pronta".

link externo Público  2009.10.14 / Coreia do Norte disposta a assinar tratado de paz com os EUA



ADzivo às 15:37 | link do post | comentar

A Turquia não faz parte da União Europeia, mas faz parte da NATO, e já tinha mostrado a Bush que a opinião deles também conta, e agora voltaram-no a lembrar, aos mais distraídos, ao excluir a participação de Israel nos exercícios aéreos da NATO que teriam como parceiros Turquia, Israel, Itália, Holanda e USA. O exercício foi para o tinteiro.

Israel tem andado "estranhamente" a participar em exercícios aéreos no espaço NATO. Já este ano andou aqui perto, em Gibraltar(!), a exercitar-se.

A Turquia, era o principal parceiro Islâmico de Israel, mas tem-se mostrado extremamente agastada com a situação de Gaza, e os Israelitas, consciente da hostilidade, já perceberam que os laços existentes até agora com a Turquia, simplesmente esfumaram-se.

A crise pode tornar-se séria, devido ao estatuto de "Membro da NATO" da Turquia, e de esta se manter firme na sua acusação de Israel ter cometido genocídio em Gaza, e que os Israelitas devem ser julgados por Crimes de Guerra. Turquia é também um dos países que pretende um controle internacional das capacidades nucleares, bélicas, de Israel.

link externo Público  2009.10.15 / Série de ficção agrava tensão entre Israel e a Turquia
link externo Haaretz  2009.05.03 / IDF staged drills over Gibraltar, in preparation for Iran strike



ADzivo às 12:05 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18.09.09

Segundo Israel o Médio Oriente não está pronto para a proibição de armas nucleares

Napoleon
Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, acha o Médio Oriente muito indisciplinado para ser perspectivado como uma região livre de armas nucleares. Para tal venha a ser equacionado o mundo muçulmano deve primeiro "comportar-se como a Europa Ocidental" e que "o programa nuclear iraniano é uma ameaça à paz no mundo."

Curiosas declarações, já que vai acontecer uma reunião, promovida pelos EUA, para discutir a segurança dos arsenais nucleares, na qual não se sabe se Obama vai, ou não, chamar Israel à pedra. Não será também alheio o facto de a Liga Árabe estar a fazer lobby junto da presidência da União Europeia para que esta expor a situação nuclear israelita. E quem detêm a presidência rotativa da UE? Quem? A Suécia, com quem Israel esgrimiu azedos argumentos e com a qual as relações diplomáticas não podiam estar mais geladas, levando inclusive ao cancelamento da visita do MNE da Suécia a Israel.

Considerada a sexta potência nuclear Israel utiliza, desde que o actual Presidente Simon Peres (Nobel da Paz) foi Min. da Defesa, a estratégia do NIM. Recusam-se a confirmar ou a negar a posse de armamento nuclear, e não são signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear, escapando assim ao controlo internacional do seu programa nuclear.

Ehud Barak, assumindo este estilo típico sionista, disse que Israel não concorda com a proibição de armas nucleares no clima actual. Partindo do hipócrita princípio de que não as possuem, deve estar a referir-se que Israel nada tem a opor-se a que os seus vizinhos a venham a ter...

ACHAM!?

"Até que o mundo muçulmano de Marraquexe até ao Bangladesh se comporte como a Europa Ocidental, não pode haver debate sobre o desarmamento nuclear"... O governo sionista viu o BABEL e acham que o efeito borboleta pode atingir Israel. Cuidado com os pastores de cabras, nunca se sabe se um deles vai disparar um míssil acidentalmente.

 

 

Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Rússia, China e Alemanha vão reunir-se com diplomatas iranianos, para discutir os objectivos do programa iraniano de enriquecimento de urânio.

Israel considera o Irão uma ameaça estratégica por causa de seu programa nuclear, e dos seus mísseis de longo alcance que colocam Israel dentro de seu raio de acção.

Israel - que já destruiu o reactor nuclear iraquiano de Osirak em 1981, e o sírio de Al Kibar em 2007 para impedir o desenvolvimento de armas nucleares - não descarta a possibilidade de um ataque preventivo ao Irão, só que tem um grande problema que se chama... Rússia!

A Rússia desligada do Protocolo Gore-Chernomyrdin, que a limitava nas vendas de armamento ao Irão, já fez saber que se opõe a uma acção militar contra este país.


link externo Público   2009.09.18 / Falham expectativas de retomar das negociações de paz no Médio Oriente
                                   Agência Internacional de Energia Atómica recomenda inspecção a instalações nucleares de Israel
link externo ynetnews   2009.09.10 / IAEA urges Israel to allow nuclear inspection
link externo The Jerusalem Post   2009.09.18 / UN criticizes Israel's atomic program
link externo AL JAZEERA   2009.09.18 / Israel pressured on nuclear sites
link externo The Jerusalem Post   2009.09.18 / IAF chief: We must make every effort to stop delivery of S-300s
link externo ynetnews   2009.09.10 / PM held secret talks in Russia
link externo The Jerusalem Post   2009.08.14 / Arabs to EU: Make Israel expose nukes
link externo link externo   2009.08.11 / Israel invite clouds President Obama's nuclear summit

 



ADzivo às 02:57 | link do post | comentar

Quarta-feira, 02.09.09


Dr. Mohammed Elbaradei link externo Wikipedia, Director-geral da Agência Internacional de Energia Atómica link externo Wikipedia, acha que o Irão precisa de ter uma conduta mais transparente, e que a ameaça de amanhã acordarmos com um Irão detentor de armas nucleares não está provada; é sensacionalismo.

Onde é que eu já ouvi isto?
Dr. Hans Blix link externo Wikipedia, em vésperas da invasão do Iraque, desmentiu George W. Bush e Tony Blair e acusou-os de dramatização (encenação) quanto às armas de destruição maciça do Iraque, para suportar a invasão.

Na invasão, que provocou milhares de mortes, não foi encontrada uma única arma nuclear ou biológica, ou sequer pavio.

link externo ynetnews   2009.09.01 / ElBaradei: Iran nuclear threat ‘hyped’
link externo Foreign Policy   2009.09.01 / Obama administration anticipated Iran talks response
link externo Haaretz   2009.09.01 / U.S. official dismisses Iran statement on new 'nuclear proposal'
link externo The Jerusalem Post   2009.09.01 / ElBaradei calls Iranian threat 'hyped'
link externo Público   2009.09.01 / Regime de Teerão tem novas propostas para negociar o seu polémico programa nuclear
link externo AL JAZEERA   2009.09.02 / ElBaradei hits back at critics



ADzivo às 05:44 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.06.09
kim roletas

A notícia já tinha sido adiantada pela PAJAMAS  link externo Pajamas Media, e foi agora confirmada pela REUTERS  link externo Reuters.

o povo é sereno, é só fumaça!
Um fiasco... uma quilotonelada é sempre um estaladão dos diabos, mas levando em conta a quantidade de dinheiro e de recursos comprometidos, foi uma bomba de mau cheiro!!..


Será que, Muhammad Saeed al-Sahhaf jump to ---> Wikipedia está a dar aulas na Universidade de Pyongyang?

Se está, os alunos são maus, ou melhor... não são tão divertidos quanto foi o professor na aplicação das suas teses.

link externo Los Angeles Times  2009.06.17 / U.S. may be within N. Korea missile range in 3 years, official warns
link externo Asia Times  2009.06.18 / Obama lights North Korea's fuse



ADzivo às 22:47 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.06.09

A arte da política não é transformar um problema numa ameaça, e uma ameaça num conflito armado. A retaliação lógica, da Guerra Fria, poderá colocar-nos num declive escorregadio, com consequências imprevisíveis.

enlarge: ponte para nenhures

Com os seus 60 anos de existência, a Coreia do Norte mantém-se como o último Estado estalinista. Nesta restritiva sociedade, é difícil - se não impossível - aos residentes aperceberem-se da realidade em que vivem, comparativamente com o "mundo ameaçador" do exterior.

enlarge: fucking anecdotic © Eric Lafforgueenlarge: fucking desert © Eric Lafforgue enlarge: fucking gray by Eric Lafforgueenlarge: fucking align
Complicar o puzzle

 

As notícias do teste nuclear na Coreia do Norte em 25 de Maio vieram, possivelmente, esgotar a já pouca paciência existente em relação a Kim Jong-Il.

Os sul-coreanos estão preocupados não só com a sua segurança, mas também com a situação na Coreia do Norte fruto da solidariedade para os seus compatriotas, do outro lado da linha de demarcação e pelo desejo de uma, cada vez mais difícil, reunificação. Sem pânico, mas com emoção questionam-se sobre o que irá acontecer a seguir.

Há um ano os acontecimentos pareciam indicar um rumo bem diferente do actual, com a perspectiva de uma Península Coreana livre de armas nucleares cada vez mais realista. A Coreia do Norte tinha  concordado em encerrar o seu principal reactor nuclear, em Yongbyon, e em Junho de 2008, canais de televisão mostravam  a implosão da torre de arrefecimento do reactor, e a sua parcial desactivação. 18.000 páginas de documentação sobre o andamento de seu programa nuclear desde 1990, foram fornecidas aos Estados Unidos e à China. Foi permitido o acesso às suas instalações nucleares, aos Inspectores das Nações Unidas.

Então, de repente, veio a reviravolta. Foi negado o acesso aos inspectores, a desactivação do reactor de Yongbyon foi suspensa, retirou-se das conversações com os Estados Unidos, China, Rússia, Japão e Coreia do Sul, efectuou o seu segundo teste nuclear - o primeiro foi em Outubro de 2006 - e disparou pelo menos seis mísseis de teste em menos de uma semana. Como se tudo isto não bastasse, declarou nulo o armistício que terminou o conflito Coreano, de 1950-53, e deixou de reconhecer as fronteiras marítimas, no Mar Amarelo.

As avaliações do que poderá estar por detrás disto tudo, são as mais divergentes. No que respeita à Coreia do Norte alguns classificam as acções como irracionais, outros vêem como sendo uma tentativa para pressionar a comunidade internacional a dar mais ajudas; outros ainda sugerem que os acontecimentos é o aquecimento interno pela luta da sucessão. Na Coreia do Sul, alguns acreditam que a linha mais dura tomada pelo seu novo presidente para com o Norte tem sido contraproducente.

 

A confecção das pipocas

 

Ao virar pipoca, o milho estoira em todas as direcções. É necessário encontrar o caminho para retomar o diálogo político e diplomático, em particular com o das conversações das seis-partes. Mas mesmo a "paciência diplomática" tem limites, e a solução militar deve ser evitada.

Tal como uma criança que amua, Kim Jong-Il não gosta de ser repreendido, e pode-se entrar numa espiral que empurrará os norte-coreanos para a imprudência e consequente irritação das democracias, como pode ser visto na forte declaração feita pelo Conselho de Segurança da ONU.

Cabe ao Conselho de Segurança conceber acções concretas, que sublinhem a firmeza dos seus membros. Tem que ficar claro, ao regime norte-coreano, que o seu comportamento tem consequências. Mas para aqueles que esperam sanções duras, também devem ter em mente duas coisas. Primeiro, o povo sofredor da Coreia do Norte não deve ser refém do problema nuclear. Em segundo lugar, o colapso de um Estado com armamento nuclear, sempre muito problemático, pode ultrapassar esta barreira e tornar-se catastrófico.

enlarge: trabalhadores, em formatura(!), a caminho da fábrica enlarge: Cidade norte-coreana de Hyesan enlarge: edifício do partido, em Hyesan enlarge: dinastia Kim enlarge: dinastia Kim
enlarge: lavadeira enlarge: DMZ enlarge: Pyongyang enlarge: hora de ponta, em Pyongyang enlarge: Centro de Pyongyang
enlarge: transportes enlarge: carro de boi enlarge: A alfabetização das aves enlarge: KaGrandes passeios!!! enlarge: Guarda fronteiriço da Coreia do Norte
É a China que detém a chave para a Coreia do Norte?

 

A China pode ser a chave para a solução política, porque mantém relações com a Coreia do Norte a nível governamental, e porque lhe proporciona ajuda económica vital. Pode advertir Pyongyang que, a manter o rumo actual, vai ter graves consequências. Mas também é da China, como aliada da Pyongyang e membro do Conselho de Segurança da ONU, que se espera respostas a perguntas como: Onde está a "ameaça à soberania do país", tantas vezes invocado pela Coreia do Norte para as provocações militares?

Por isso, hesitam apoiar verdadeiras sanções como cortar o fornecimento de petróleo e carvão, que seria letais para a economia norte-coreana. Verdade, tais medidas poderiam desestabilizar o regime.

Kim Jong Il, sabe disso e está a tentar tirar vantagem do desejo de Pequim em querer estabilidade na península coreana, com actos provocatórios que podem alterar irreversivelmente algumas situações no nordeste da Ásia. A reacção chinesa é de cautela. De certa forma, receia uma implosão do regime norte-coreano, com uma avalanche de refugiados. Pequim, aparentemente, acredita que os seus interesses estão mais bem servidos com um regime norte-coreano fraco, e dependente da China, e aposta numa transição suave do poder. Os movimentos calculados de Kim, parecem concebidos para ajudar a garantir uma sucessão dinástica da Coreia do Norte, como sendo um estado com poder nuclear.

enlarge: ponte para nenhures

Só que a Coreia do Norte não é o Irão! Não possui petróleo nem gás natural para reverter o efeito das sanções. Se deixada "à rédea solta", Pyongyang vai tentar manter uma situação que lhe possibilite manter a chantagem - as armas nucleares. E o que é mais perigoso: a instabilidade da sucessão de Kim, ou a Coreia do Norte tentar redefinir o status nuclear na península coreana? Será essa é a causa para uma China tão cuidadosa?

Kim Jong-Il é, em parte, um produto da diplomacia chinesa que pode ficar envergonhada, se o pressionar sem sucesso. Mas Pequim também parece ter chegado à conclusão que o melhor passo para manter a estabilidade na Coreia do Norte, é apoiar outra transferência hereditária de poder. Independentemente das boas razões e cálculos da China, compete aos E.U. lembrar Pequim para os perigos de Kim ter margem de manobra. Um novo teste nuclear pode muito bem ser uma viragem na segurança efectiva da Ásia. Alguns políticos da Coreia do Sul já começaram a questionar se devem continuar a respeitar as restrições sobre as suas capacidades acordadas para mísseis com os E.U. em 1999. Novas acções de força de Pyongyang, podem levar a que outros, no nordeste da Ásia, considerem as suas próprias opções nucleares.

Os E.U. apostam no insucesso da tecnologia norte-coreana, nesta montra de demonstração comercial, que tem sido os últimos lançamentos. Irão, Síria e Venezuela podem não ter ficado muito convencidos com o foguetório, mas quanto ao teste nuclear, sem evolução tecnológica que pouco ou nada diferiu do de 2006, acaba mesmo assim por ser tentador.

O controlo marítimo, anunciado pela Coreia do Sul, de forma a desmobilizar intenções de tráfico nuclear, retira espaço de manobra a Pyongyang, e pode ser um rastilho. Da cooperação nuclear entre a Coreia do Norte e a Síria rendeu um acordo secreto para Pyongyang para construir um reactor de plutónio encoberto por Damasco. A força aérea israelita julgou ter resolvido o problema em Setembro de 2007, mas o projecto foi reiniciado.

O garrote da China sobre a Coreia do Norte é limitado, mas é mais significativo do que o de qualquer outra nação. Na verdade, a China revelou-se fundamental para levar Pyongyang de volta à ronda de conversações a seis, após o teste nuclear em 2006. Resta saber se a China pode colocar novamente suficiente pressão sobre a Coreia do Norte para a fazer mudar de curso. Se pode e se pretende!

link externo Time  2009.06.10 / Could North Korea Provoke a New Korean War?
link externo LIFE magazine  2009.06.10 / Pictures of North Korea's secrets and lies




Sexta-feira, 05.06.09
 
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Porque é que Gates não utiliza a Bola de Golfe para monitorizar o foguetório?

 

O Secretário da Defesa, Robert Gates, não autorizou a utilização do SBX link externo Wikipedia, um dos mais avançados sistemas de radar militar, para monitorizar os lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, impossibilitando os técnicos de recolher informação detalhada do lançamento. Confrontado com a questão de "não querer provocar a Coreia do Norte", Gates justificou ser apenas uma questão de dinheiro. Ainda segundo Gates, os seus assessores militares tinham-no desaconselhado a utilização do SBX, no primeiro lançamento.

O SBX, com um custo de US $900 milhões, tem um poderoso sistema de monitorização de radar que pode detectar pequenos objectos a milhares de quilómetros de distância. Mas o SBX é notoriamente frágil. Na semana que antecedeu o primeiro lançamento norte-coreano, estava em reparações. Deslocá-lo para o Alasca, para poder acompanhar o lançamento do míssil de Pyongyang, teria custado 50 a 100 milhões de dólares, segundo Gates, quando todos os serviços de informação garantiam tratar-se apenas de um lançamento de um satélite.

O SBX foi concebido para detectar e rastrear mísseis balísticos de forma mais eficaz e fornecer informações para orientar os interceptores, tanto em terra como no mar. A potência e a precisão do seu feixe melhora a capacidade do interceptador para distinguir os tipos de mísseis de penetração. Na verdade, o radar é tão poderoso que, estando no Alaska, pode acompanhar um objecto do tamanho de uma bola de baseball sobre a Costa Leste. O radar encontra-se habitualmente ancorado em Adak, no Alaska's, no entanto sendo um radar móvel, já foi movido pelo seu próprio poder, para o Pacífico para vários testes de rastreio de mísseis.

 
enlarge: SBX em deslocaçãoenlarge: Somewhere Over the Rainbowenlarge: SBX - com o USS Arizona Memorial em primeiro plano. Pearl Harbor, Hawaii.enlarge: SBX


ADzivo às 22:15 | link do post | comentar

Quarta-feira, 20.05.09
5 de Junho de 1967

Antecipando um ataque iminente do Egipto e da Jordânia, a Força Aérea Israelita (IAF) surpreendeu as nações árabes, lançando um ataque preventivo, e arrasador, contra a força aérea egípcia.

O plano começou a ser posto em prática pelas 7:10H do dia 5 de Junho de 1967, quando caças israelitas lançaram um ataque coordenado a nove aeroportos militares, destruindo praticamente todos os seus aviões (240), antes que conseguissem sair do solo e inutilizando as pistas de aterragem, utilizando para tal bombas com efeito retardador para dificultar ao máximo a sua recuperação.

8 de Junho de 1967

A verdade acerca do USS Liberty, nunca se saberá. O que se apurou foi demasiado nebuloso, tão nebuloso que as comissões de inquérito da Marinha, e do Congresso dos USA, na continuidade do puzzle, fez fé nas justificações de Israel, e não acreditou nos relatos dos seus oficiais!

Em suma, para a história, com dois relatos diferentes, ficou o ataque ao navio espião americano USS Liberty, pela aviação (sem identificação) e marinha de Israel durante a Guerra dos Seis Dias, que provocou 34 mortos e 171 feridos, para além de ter mandado o navio para a sucata. Pelo meio ficou a indignação e revolta dos sobreviventes, que viram os salva-vidas quando colocados na água serem metralhados; saberem que a esquadrilha que partiu do USS Saratoga em seu socorro, ter sido mandada para trás pelo Secretário da Defesa McNamara, e proibição de irem em seu auxílio. Depois de recolhidos no mar e enviados para hospitais militares nos EUA, foram visitados, um por um, por altos oficiais da Marinha que os avisaram de que seriam presos se revelassem o sucedido com o USS Liberty.

Naquela época não havia Internet!

Hoje, tal como naquela época, os israelitas não olham a meios para atingir os seus objectivos. Obama, para sua segurança, que não esqueça isso.

jump to --> Haaretz   Is Obama a threat to Israeli independence?
jump to --> USS Liberty Veterans Association   USS Liberty Veterans Association
jump to -->    USS Liberty Memorial
jump to --> by Eric Margolis   The USS Liberty: America's Most Shameful Secret
jump to --> Wikipedia   USS Liberty incident

Bluff ?

A crer em DEBKAfiles  jump to ---> Debka files, que a maioria não o faz, Moscovo avisou Teerão, em 17 de Abril, de que Israel estava a planear destruir os 140 caças-bombardeiros concentrados na base aérea de Mehr-Abad Air Force, para o show aéreo sobre Teerão, do Dia do Exército, a ter lugar no dia seguinte. Toda a frota foi dispersa para bases remotas e a exibição cancelada  jump to ---> Debka files.

Na primeira semana de Abril, Teerão tinha anunciado que, neste show aéreo, o Irão iria mostrar ao mundo de que é capaz de lutar contra uma incursão israelita às suas instalações nucleares.

Moscovo terá informado os iranianos que os seus satélites espiões registaram preparações em bases da Força Aérea Israelita para destruir a maior parte da força aérea iraniana, no terreno na noite antes da exibição, deixando as suas instalações nucleares sem defesa aérea.

O Irão justificou o cancelamento devido a "condições meteorológicas desfavoráveis e má visibilidade", quando, na realidade, em Teerão estava um dia quente e ensolarado. Apenas quatro aeronaves voaram sobre o desfile.

jump to --> The Jerusalem Post   2009.04.13 / Iran plans largest air show ever
jump to --> GEO Television   2009.04.17 / No plan of attack on Iran’s N-programme: Israeli president
jump to --> Tehran Times   2009.04.18 / Peres says talk of attacking Iran is ‘unfounded’



ADzivo às 13:21 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.05.09

O Comandante Geral do Exército iraniano, Ataollah Salehi, numa entrevista à LBC News (UK), disse o Irão necessita apenas de 11 dias "para acabar com Israel". Mas não se preocupe, disse ao locutor, que "de acordo com a sharia e da lei, é proibida a obtenção de uma bomba nuclear."

"Estamos totalmente preparados para enfrentar qualquer ataque que possa ameaçar os interesses do país. Temos meios e suficientes e forças necessárias para defender o nosso território".

Nada pode impedir que os mísseis iranianos atinjam o coração de Israel, se o Irão sofrer um ataque militar por parte de Israel. Esta é a resposta dos iranianos às declarações dos comandantes militares de Israel, sobre um eventual ataque militar contra o Irão, devido à sua insistência na obtenção de energia nuclear. Mas um ataque israelita parece improvável aos iranianos, porque Tel Aviv não tem a capacidade de passar por uma guerra com Teerão.

jump to --> The Jerusalem Post   2009.05.18 / Our World: Iran's global reach
jump to --> Público   2009.05.20 / Irão lança míssil terra-terra com capacidade para atingir Israel



ADzivo às 22:28 | link do post | comentar

Quarta-feira, 06.05.09
 

ver no Google Maps

DIMONA, Deserto do Negev jump to ---> Wikipedia.

Acredita-se ser um dos locais onde Israel guarda ogivas nucleares.

+31° 0' 10.67", +35° 8' 48.36"

jump to --> Washington Times  2009.05.06 / EDITORIAL: Breaking faith with Israel
jump to --> Washington Times  2009.05.06 / America has protected Israeli nuke program for 40 years
jump to --> y net news  2007.05.24 / 'Stop Dimona' says Blix
jump to --> The Jerusalem Post  2009.05.04 / Egypt: Israeli nukes 'greatest threat' to security
jump to --> Haaretz  2009.05.06 / ANALYSIS / Loss of nuclear monoply - an Israeli nightmare
jump to --> Federation of American Scientists                      Status of World Nuclear Forces
jump to --> Wikipedia                     John Crossman aka Mordechai Vanunu
jump to --> Vanunu                     I am your spy



ADzivo às 21:53 | link do post | comentar

 
feel the force
 

Será que o maior inimigo dos paquistaneses, é o seu próprio exército?

O assalto do exército paquistanês a Buner, para libertar a zona da influência de algumas centenas de talibans, está a arrasar aldeias, a matar civis inocentes e a levar à fuga de milhares de aldeões agricultores, e a provocar a ira e revolta daqueles, para o qual o exército foi enviado para supostamente proteger.

Os taliban estão nas montanhas, mas as aldeias estão a ser destruídas por um exército que já se mostrou inábil para lidar com este tipo de situação, treinado para uma guerra de blindados com a India, não se dá bem com o estilo de guerrilha levada a cabo pelos taliban nas montanhas. As áreas ao serem reconquistadas foram destruídas, e não estão a ajudar os desalojados que provocaram.

Em Buner, os militares paquistaneses parecem estar perder o apoio popular num distrito activamente anti-talibã, cujos moradores já haviam formado a sua própria milícia para defender-se contra os militantes, que no mês passado controlaram o distrito.

Ainda não existem dados fiáveis para quantas pessoas fugiram de Buner. Enquanto vozes de refugiados descrevem o distrito, com uma população aproximada de 500,000, como tendo sido praticamente esvaziado, algumas ONG apontam já para 150,000, as pessoas que se puseram em fuga para sul. O Alto Comissariado da ONU para os refugiados calcula em cerca de 18,000 pessoas, mas reconhece que este não corresponde à realidade, porque quase nenhuns estão a deslocar-se para os campos criados para o efeito fora de Buner.

Entretanto, os taliban declararam nulo o pacto de paz assinado com o governo paquistanês.

Destino sombrio dum país em que vergonhosamente os seus líderes saquearam, protegeram os talibãs, patrocinaram atentados terroristas na Índia. Espero não vir a ver os títulos da imprensa a mudarem para A Guerra Civil no Paquistão.

link externo McClatchy Newspapers  2009.05.04 / Pakistani army flattening villages as it battles Taliban
link externo New York Post  2009.05.04 / JUST WALK AWAY: time to dump Pakistan
link externo The Australian  2009.05.05 / Pakistan nuclear arsenal insecure as US alarm intensifies



ADzivo às 00:00 | link do post | comentar

Sábado, 25.04.09

Talibans tomaram o controlo do distrito de Buner, a 90Km de Islamabad!

A progressão dos taliban no Paquistão constitui um sinal de alarme para os Estados Unidos, com Hillary Clinton a considerar que se está perante uma “ameaça mortal” à segurança mundial.

A barbárie, misoginia extrema e o primitivismo violento, é o legado da presença, e passagem, dos taliban. Impedem as mulheres de trabalhar e tem regras rígidas sobre a educação feminina. Em alguns casos, as mulheres são impedidas de terem acesso a hospitais para que não sejam tratadas por médicos ou enfermeiros homens. As mulheres não podem sair de casa sem acompanhantes homens, e viúvas ou que não tenham filhos são consideradas não-pessoas e muitas vezes enfrentam a fome.

A coexistência com outra religiões não é tolerada. A conversão de um islâmico a outra religião significa a sua auto-condenação à morte. Incidentes com hindus são frequentes por serem confundidos com islâmicos barbeados.

O Presidente paquistanês, Ali Zardari, capitulou aos talibans ao assinar uma lei admitindo a aplicação da SHARIA numa considerável parte do pais, para pôr termo a dois anos de conflito na região do SWAT.

A rebelião, e controlo taliban, no SWAT - a Suiça do Paquistão -, dos finais de Dezembro de 2008, já levou à proibição total da educação feminina, e à destruição de 170 escolas, entre outros edifícios públicos.

O património budista no SWAT, provavelmente não irá ter melhor sorte, conhecido o desrespeito deste bárbaros quando em Março de 2001 ordenaram a destruição de duas gigantescas estátuas milenares de Buda em Bamiyan, uma de 38 metros de altura com 1800 anos, a outra de 52 metros de altura com 1500 anos de idade.

As mulheres da região, de acordo com a lei agora imposta, têm que esconder-se da cabeça aos pés. Isto é profundamente impopular para a maioria dos paquistaneses, que apesar de serem muçulmanos moderados são muito abertos à interacção entre diferentes culturas.

Às reacções, a este acordo com os talibans, não houve correspondência em medidas, pelo menos preventivas, do governo paquistanês, e o resultado está aí. O próprio desrespeito do acordo por parte dos taliban, e o ensaio de marcha sobre a capital.

A NATO alertou que a região servirá para os rebeldes taliban se reagruparem e para criar um refúgio seguro para a cooperação transfronteiriça em ataques no Afeganistão.

A Amnistia Internacional manifestou preocupação de que o acordo vai legitimar as, habituais, violações dos direitos humanos, pelos taliban, na região.

O teatro de guerra no Afeganistão pode vir a revelar-se um engodo para as forças da NATO. Enquanto uma 'ala' os entretêm neste teatro de operações, outra tenta deitar mão, a armas nucleares que o Paquistão detêm, com as consequências que todos podemos adivinhar.

Ainda não é conhecida publicamente nenhuma posição de preocupação da Índia, inimiga do Paquistão de longas décadas, com Kashmir a fazer fronteira em constante ebulição. Muitos deste grupos rebeldes actuam contra as suas forças armadas em Kashmir.

A India sofreu um ataque terrorista paquistanês 'inovador', quando em Novembro de 2008 infligiu durante três dias um ataque ao centro financeiro da India, em Mumbai, do qual resultaram 173 mortos e 308 feridos.

Neste momento a mensagem, proferida na Universidade de Harvard, do General David Petraeus, aos paquistaneses, faz todo o sentido : "Forget about India. These days, your biggest enemy isn't India. It's home-grown extremists".

jump to --> The Christian Science Monitor   2009.04.22 / Pakistani Taliban advance beyond Swat
jump to --> Press TV   2009.04.22 / More Pakistani cities fall into Taliban hand
jump to --> USA Today   2009.04.22 / Momentum builds against Taliban in Pakistan



ADzivo às 19:18 | link do post | comentar

Sábado, 18.04.09


Os militares israelitas preparam-se para poderem lançar um ataque aéreo maciço, às instalações nucleares do Irão, nos dias seguintes a que seja dada a luz verde do seu novo governo.

Entre as medidas tomadas, para que a força aérea esteja preparada para uma missão de incursão aérea muito arriscada e de alta precisão, são as missões de treino de forma a simular o ataque e a entrada ao serviço dos três Gulfstream G550 na esquadra de Nachshon.

O Gulfstream G-550s jump to ---> Wikipedia AWACSjump to ---> Wikipedia - Airborne Warning and Control System jump to ---> Wikipedia está equipado com a versão mais compacta do radar da ELTA SYSTEMS jump to ---> Israel Aerospace Industries, empresa subsidiária da IAI (Israel Aircraft Industries) jump to ---> Israel Aerospace Industries, chamada EITAM CAEW (Combined Airborne Early Warning) jump to ---> Defense Electronics, e com os empasteladores electrónicos G550s SEMA - Special Electronic Missions Aircraft.

jump to --> TIMES online   2009.04.18 / Israel stands ready to bomb Iran's nuclear sites
jump to --> TIMES online   2009.04.18 / Arrival of Obama makes Israeli airstrike on Iran less likely
jump to --> THE AGE   2009.04.18 / Obama's stance worries Israelis
jump to --> Tehran Times   2009.04.18 / Peres says talk of attacking Iran is ‘unfounded’
jump to --> GEO Television   2009.04.17 / No plan of attack on Iran’s N-programme: Israeli president





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