Quarta-feira, 18.11.09

Os tentáculos do polvo lobbista sionista

Dispatches investigou um dos mais poderosas e influentes grupos de pressão política na Grã-Bretanha, que está a trabalhar em prol dos interesses de Israel. Apesar de exercer grande influência entre as mais altas esferas da política britânica dos mídia, pouco se sabe sobre os indivíduos e grupos que são conhecidos pelo 'lobby pró-Israel'.

O lobby pró-Israel tem como objectivo moldar a relação da Grã-Bretanha com Israel e condicionar futuras políticas externas relativas a Israel. Oborne analisa como o lobby opera de dentro do parlamento e as tácticas que emprega nos bastidores, ao controlar os mídia.

Para quando uma transmissão destas na televisão americana? A hipótese passou a ser um pesadelo para o Congresso dos EUA, e se algum dia vier a acontecer, a casa (capitólio) vem abaixo, e o watergate vai parecer um caso de meninos.

UPDATE 21 Nov: O embed (video altamente recomendado) nem através do You Tube estava a ser acessível, por não está autorizado pelo Channel 4. Está, no entanto, disponível via ALETHO NEWS link externo aletho news, graças a uma dica deixado nos comentários.


Para mais sobre um homem que aparece com destaque no documentário - Chaim "Poju" Zabludowicz, que se parece com um chefe da máfia judaica - ver
link externo The Guardian  2009.01.04 / How the pro-Israel lobby in Britain benefits from a generous London tycoon
... : ...

link externo Real Clear World  2009.11.16 / Why Britain Matters to Israel




Para a maioria dos colonos israelitas nos Territórios Ocupados da Cisjordânia - agora quase escondidos atrás de uma barreira muito mais imponente que o Muro de Berlim - o drama palestiniano pode estar a passar-se noutro planeta. Não sabem, não querem saber nem têm inveja de quem sabe. É-lhes completamente indiferente. Mesmo assim, alguns sabem como realmente é. Eles têm, ou já tiveram, a experiência em primeira mão, das condições impostas aos palestinianos - porque, enquanto no serviço militar, na IDF, tiveram um papel directo na imposição de tais condições.

Comodamente ao sofá, para além dos relatos, das fotografias e filmes que nos chegam, só realmente através de um acto de imaginação é que podemos transportar-nos para lá, e tentar compreender o que significa estar a viver sob ocupação militar.

"No Way Trough" foi especialmente concebido para nós - que temos a liberdade de movimento como um dado adquirido -, podermos ter uma noção do que significa a perda dessa liberdade.

Em redor de Jerusalém, o tempo médio de viagem de uma ambulância em socorro de um palestiniano é, agora, quase de 2 horas, comparado com os 10 minutos em 2001.

Só no West Bank existem mais de 600 postos de controle militar e estradas fechadas. Nestes postos de controle, é constantemente recusada a passagem aos palestinianos que necessitam de cuidados médicos imediatos ou urgentes, negada a ajuda médica, feridos ou até mortos a tiro.

Este filme é-lhes dedicado.




Quarta-feira, 11.11.09

Halloween em Jerusalém
Benjamin Netanyahu mascarou-se de pacificador, para se apresentar ao lado de Hillary Clinton, no Halloween de Jerusalém.

Enganou-se na data!!..

Devia-o ter feito no Carnaval, e evitava a "estranheza geral perante o gesto".


FILHADAPUTICE 1-0 GOYIM

 

Hospital de Al Quds
Israel bombardeou o Hospital de Al Wafa, o Hospital de Al Fata (Al Wia'm), e o Hospital de Al Quds. Este último, sob cerco por tropas israelitas, sofreu um ataque com fósforo branco!!..

Somente à dois meses é que Israel concedeu a autorização para que o Hospital de Al Quds, em Gaza, destruido no Chumbo Fundido, possa ser reconstruído!!..

Esta "autorização" foi concedida a título de "gesto humanitário".

FILHADAPUTICE 2-0 GOYM

 

clinicas médicas móveis e ambulâncias destruidas pelo ataque israelita
Treze equipes médicas foram mortas e vinte e duas foram feridas quando assinaladas em serviço.

Quinze ambulâncias danificadas e sete destruidas, idebidem.

Doze unidades de saúde sofreram danos directos ou inderectos, através dos bombardeamentos israelitas.


FILHADAPUTICE 3-0 GOYIM

 


P: Quem são as vítimas da Operação Chumbo Fundido?
R: Os israelitas!

Os crimes de guerra são o relatório de Goldstone, os debates na ONU, a Amnistia Internacional, a Human Rights Watch, B'Tselem, os soldados do Breaking the Silence - esses para muitos é que é um crime contra as vítimas do holocausto.

Os seguidores das vítimas do holocausto, de há 64 anos, sabem que vitimização é poder. Vitimização é liberdade. Não se pode pedir a uma vítima que se contenha. Uma vítima a lutar pela sua sobrevivência não pode ser acusada de abusar do seu poder, porque, afinal, está de costa para a parede e desesperada.

Os seguidores dos seis milhões de vítimas, do holocausto, acham que não podem ser culpados por serem descendentes das maiores vítimas que o mundo já conheceu. Lutam pela sua sobrevivência.

É isto o que eles dizem a eles mesmo, e ao mundo, para justificarem a sua atitude em Gaza. Os 6 milhões de judeus impotentes, vítimas às mãos dos nazis, estão inocentemente envolvidos nos abusos de poder dos sionistas.

A feroz intervenção israelita em Gaza deixou um rasto de destruição. Milhares de palestinianos - 20.000 estimados pelas ONU - estão a viver em barracas, porque Israel, com o seu bloqueio, não deixa passar o cimento necessário para a reconstrução, argumentando que as matérias primas podem ser utilizadas pelos terroristas.

Transfomaram Gaza num caso humanitário, mas Israel é que é a vítima de Gaza.

Palestinianos? Sofrimento? De que é que o mundo está a falar?

Afinal Israel deixa que eles comam, não deixa?

FILHADAPUTICE 4-0 GOYIM

 


THE KING'S TORAH

O livro foi publicado esta semana, com a co-autoria do rabino Yitzhak Shapira, considerado uma autoridade espiritual, entre os judeus mais radicais nos territórios ocupados na Cisjordânia, e está a receber o apoio de figuras proeminentes da direita religiosa.

A publicação do livro, reflete uma crescente antipatia em relação aos palestinianos, entre os judeus que vivem nos territórios ocupados

Michael Warschawski, o fundador da Jerusalem Alternative Information Centre, é da opinião que o pensamento no livro é bastante difundido entre os colonos. Um número substancial deles têm uma filosofia profundamente racistas contra qualquer não-judeu, e, mais concretamente, contra os árabes. "É um livro racista que em qualquer outro país levaria o procurador-geral a abrir uma investigação contra os autores", disse.

No livro o rabino não se coíbe de pedir o assassinato de qualquer não-judeu que possa ameaçar o Estado de Israel. "Em qualquer lugar, onde a presença de um gentio ponha a existência de Israel em perigo, é permitido matá-lo ... mesmo que não seja totalmente culpado da situação criada. As crianças e bebés não devem ser isentas desse destino. Elas vão crescer, e enfrentar-nos. Podem também ser alvo, como meio de pressão".

FILHADAPUTICE 5-0 GOYIM

 


NOT SO FAST

Ehud Barak, aka Bonaparte, não é o único adepto de que as casas de "terroristas" devem ser destruídas por buldozer, a fim de dissuadir potenciais terroristas. O Ministro da Segurança Interna Yitzhak Aharonovitch, partilha do mesmo espírito de acção.

O colono judeu americano Yaakov (Jack) Teitel, está a ser julgado por crimes terroristas efectuados ao longo dos últimos 12 anos, reflexo do fechar de olhos das autoridades israelitas para com a escalada de violência dos colonos judeus contra os palestinianos. Teitel só foi detido quando no seu curriculum de terrorista passou a constar sangue judeu.

Num país em que a lei é diferentemente aplicada para os israelitas judeus e para os israelitas árabes, a demagogia sionista transpira, a grande fedor, quando Aharonovitch passou a batata quente para Barak.

"O ministro (Aharonovitch), como a pessoa encarregada das autoridades policiais, não encontra nenhuma diferença na gravidade do crime, devido à origem do perpetrador. O ministro trata qualquer assunto de segurança, criminal ou moral de forma similar. No que respeita à demolição de 'casas de terroristas', o assunto está nas mãos do Ministério da Defesa (Barak)".

Evitar justificar a razão pela qual as suas escavadoras não entraram em acção, é o que Barak tem feito, como o diabo foge da cruz!

FILHADAPUTICE 6-0 GOYIM

 


Yair Lapid link externo Wikipedia / link externo ynetnews, escreve muito mas dadas as voltas todas, vê as coisas da mesma forma a que a propaganda sionista nos habitou; condenar um acto de Israel, é anti-semitismo. Vejamos:
    .os 7000 palestinianos mortos nos 62 anos de confronto israelo-palestinianao, representam 2 horas no confronto que opôs os hutus aos tutsis,
    .a matança de crianças em Gaza foi um acto imoral e, "possivelmente" imperdoável. No entanto existe uma diferença entre erros trágicos que acontecem durante a guerra e a maldade indiscriminada do Islão.
    .no final a diferença entre os judeus e os outros resume-se a que, os judeus podem apagar os outros da face da terra, mas nunca o irão fazer. Os outros, sem capacidades para o fazer, não pensariam duas vezes.

Assim, propõe uma tática para lutar contra o novo anti-semitismo: processá-los!

Lapid não vê onde está a complicação. Cada jornalista que se refira a eles como "criminosos de guerra" ou "assassinos de crianças", precisa de saber que no dia seguinte, o jornal vai ser processado com uma acção judicial de milhões, em nome do estado de Israel.

Sit Lapid sit... (6-1)



link externo urban dictionary                      goy | s.m. | adj.
link externo The National  2009.11.10 / Israeli rabbi approves murder of non-Jews
link externo The Jerusalem Post  2009.10.28 / Rattling the Cage: Some victims we are
link externo ONU  2009.11.09 / As winter’s rigours descend on Gaza, UN calls on Israel yet again to open crossings
link externo ONU                  / GAZA refugee camp profiles
link externo The Jerusalem Post  2009.11.10 / Gaza needs construction material before winter
link externo Haaretz  2009.10.19 / Israel's Napoleon: Ehud Barak's lavish lifestyle under scrutiny in Israeli media
link externo Time  2009.11.03 / Accused Jewish Terrorist Jack Teitel
link externo ynetnews  2009.11.10 / Should Teitel's house be razed?
link externo ynetnews  2009.10.25 / Ignorant anti-Semites
link externo ynetnews  2009.10.30 / Just sue them
link externo BBC News  2009.01.23 / In pictures: My street in Gaza



ADzivo às 15:29 | link do post | comentar

Domingo, 25.10.09


link externo ynetnews  2009.10.25 / Prof. Weiss at rightist event: Build third temple immediately
link externo Haaretz  2009.10.25 / Israel Police battle Arab rioters on Temple Mount; PA official arrested
link externo Arutz Sheva  2009.10.25 / Jerusalem: 21 Arrested in a Day of Arab Rioting



ADzivo às 23:07 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.09.09


O Centro Universitário de Ariel, em Samaria, foi excluído da prestigiada competição universitária sobre arquitectura sustentável, da Universidad Politécnica de Madrid. Com este acto, Espanha junta-se ao número crescente de governos europeus em sancionar instituições e empresas envolvidas com os assentamentos e o muro da Cisjordânia.

Sergio Vega, Director-Geral do Solar Decathlon Europe link externo Solar Decathlon Europe justificou a exclusão do AUC link externo Centro Universitário de Ariel, nos seguintes termos: "A decisão foi tomada pelo Governo da Espanha, baseada no fato de que a universidade está localizada na Cisjordânia. O Governo de Espanha está obrigado a respeitar os acordos internacionais no âmbito da União Europeia e das Nações Unidas sobre esta área geográfica". Esta exclusão representa o primeiro caso de sanções contra uma instituição académica de Israel em Espanha.

Lá se fazem, cá se pagam!!..

link externo Electronic Intifada  2009.09.22 / Settlement university dropped from prestigious architecture competition
link externo Solar Decathlon Europe  ESPAÑA 2010 / SD EUROPE PARTICIPATING TEAMS




Domingo, 20.09.09


Yair Lapid | 1ª parte do artigo
link externo ynetnews   2009.09.19 / We're no longer cool
               tradução integral do artigo  Sadly, we've been giving Israel-haters plenty of material to work with

We always had problems around here, but up until a few years ago we were still one of the coolest states on earth. When we would meet Americans and tell them we're from Israel, their immediate response would be "Wow." It wasn't always clear why they said it – because of the high-tech, the most beautiful girls in the world, the Entebbe Operation, the Six-Day War, the kibbutzim, Exodus, the Mossad, the oranges, or the fact that the feeble Jews suddenly got a tan and went to the beach.

Yet somehow, at some point in the last decade, it ended. You tell John Smith "I'm from Israel" while he drinks his beer and he gives you a foggy stare and says: "You've got quite a few problems there, man. Must be tough."

Because we are no longer cool. Everything that used to be funny has become problematic...That Israeli guy who arrived in New York with $10 in his pocket and became a millionaire is currently suspected of real-estate fraud and is wanted in six states... Instead of exporting irrigation systems to Africa, we sell weapons to the worst regimes on earth.

And in response we complain and show anger, while referring to them as "anti-Semites," which of course worsens the situation because there is nothing less cool than whining...

...After all, there is no Israeli who does not cringe when we kill (by mistake, damnit, by mistake) children in Gaza, yet when someone writes about it in Newsweek we become deeply offended. Because we hoped they won't see it, that this is inside information, and that nobody will notice it in a world of a thousand television stations and a million websites.

 


Eitan Haber
link externo ynetnews   2009.09.17 / Israel must fight back
               tradução integral do artigo  In wake of Goldstone Report, Israel must launch battle for its image

The immediate, almost instinctive, response to the Goldstone Report on the IDF’s war crimes is something along the lines of “go to hell,” or alternately, a polite invitation to kiss our rear-end.

Come on: We see a UN commission comprising half a dozen gentiles headed by a South African Jew charging IDF troops with a series of war crimes during Operation Cast Lead. As if this was the first war ever and as if IDF troops are cruel thugs who pinned several Palestinian scalps on their belts every day – and the more the merrier.

Under different circumstances we would not hesitate to characterize this report as a document with anti-Semitic aims, and the fact that a Jew is one of its authors does not undermine the severity of this charge. The opposite may be true.

Well, war is not a game of bridge at the club. In many situations in life, actions have unintended consequences. In war, this means people die.


Na segunda guerra mundial morreram mais de 56 milhões de pessoas, sendo que 5 milhões eram judeus. Na verdade o verdadeiro Holocausto foi a totalidade das baixas registadas, que inclui os "gentios".

 

We already noted that the report is disgraceful, one-sided, and does not merit a decent response, and we already invited its authors to go to hell...

We can propose that the UN, its institutions, and the committee in question go ahead and “kiss our…,” and move on.

Why should we care about the report? But we should deeply care about it. Slowly, the terrible image will overcome us in the international arena. And then, not only senior IDF officers will be banned from entering London. We also won’t be able to travel anywhere. This will be something the Israeli public will not put up with.

 




Sexta-feira, 18.09.09

Segundo Israel o Médio Oriente não está pronto para a proibição de armas nucleares

Napoleon
Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, acha o Médio Oriente muito indisciplinado para ser perspectivado como uma região livre de armas nucleares. Para tal venha a ser equacionado o mundo muçulmano deve primeiro "comportar-se como a Europa Ocidental" e que "o programa nuclear iraniano é uma ameaça à paz no mundo."

Curiosas declarações, já que vai acontecer uma reunião, promovida pelos EUA, para discutir a segurança dos arsenais nucleares, na qual não se sabe se Obama vai, ou não, chamar Israel à pedra. Não será também alheio o facto de a Liga Árabe estar a fazer lobby junto da presidência da União Europeia para que esta expor a situação nuclear israelita. E quem detêm a presidência rotativa da UE? Quem? A Suécia, com quem Israel esgrimiu azedos argumentos e com a qual as relações diplomáticas não podiam estar mais geladas, levando inclusive ao cancelamento da visita do MNE da Suécia a Israel.

Considerada a sexta potência nuclear Israel utiliza, desde que o actual Presidente Simon Peres (Nobel da Paz) foi Min. da Defesa, a estratégia do NIM. Recusam-se a confirmar ou a negar a posse de armamento nuclear, e não são signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear, escapando assim ao controlo internacional do seu programa nuclear.

Ehud Barak, assumindo este estilo típico sionista, disse que Israel não concorda com a proibição de armas nucleares no clima actual. Partindo do hipócrita princípio de que não as possuem, deve estar a referir-se que Israel nada tem a opor-se a que os seus vizinhos a venham a ter...

ACHAM!?

"Até que o mundo muçulmano de Marraquexe até ao Bangladesh se comporte como a Europa Ocidental, não pode haver debate sobre o desarmamento nuclear"... O governo sionista viu o BABEL e acham que o efeito borboleta pode atingir Israel. Cuidado com os pastores de cabras, nunca se sabe se um deles vai disparar um míssil acidentalmente.

 

 

Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Rússia, China e Alemanha vão reunir-se com diplomatas iranianos, para discutir os objectivos do programa iraniano de enriquecimento de urânio.

Israel considera o Irão uma ameaça estratégica por causa de seu programa nuclear, e dos seus mísseis de longo alcance que colocam Israel dentro de seu raio de acção.

Israel - que já destruiu o reactor nuclear iraquiano de Osirak em 1981, e o sírio de Al Kibar em 2007 para impedir o desenvolvimento de armas nucleares - não descarta a possibilidade de um ataque preventivo ao Irão, só que tem um grande problema que se chama... Rússia!

A Rússia desligada do Protocolo Gore-Chernomyrdin, que a limitava nas vendas de armamento ao Irão, já fez saber que se opõe a uma acção militar contra este país.


link externo Público   2009.09.18 / Falham expectativas de retomar das negociações de paz no Médio Oriente
                                   Agência Internacional de Energia Atómica recomenda inspecção a instalações nucleares de Israel
link externo ynetnews   2009.09.10 / IAEA urges Israel to allow nuclear inspection
link externo The Jerusalem Post   2009.09.18 / UN criticizes Israel's atomic program
link externo AL JAZEERA   2009.09.18 / Israel pressured on nuclear sites
link externo The Jerusalem Post   2009.09.18 / IAF chief: We must make every effort to stop delivery of S-300s
link externo ynetnews   2009.09.10 / PM held secret talks in Russia
link externo The Jerusalem Post   2009.08.14 / Arabs to EU: Make Israel expose nukes
link externo link externo   2009.08.11 / Israel invite clouds President Obama's nuclear summit

 



ADzivo às 02:57 | link do post | comentar

Sexta-feira, 04.09.09


Binyamin Netanyahu está a mostrar, claramente, que Israel está-se a cagar para os planos de Obama. Afinal o plano de paz para o Médio Oriente não foi pedido pelos Israelitas, e o que lhes interessa é ter os EUA do seu lado no dossier do Irão.

A estratégia de Bibi, como parceiro para a paz, é aprovar novos assentamentos na Cisjordânia com centenas de unidades habitacionais, antes de considerar um 'congelamento temporário' em novas construções para satisfazer o crescimento natural dos judeus, que devem ter taxas de crescimento de população equiparáveis aos coelhos!!..

A estratégia de Israel, no braço-de-ferro com Obama, está a ganhar pontos, em cada ponto dos muitos pontos do processo de paz. Está a fazer com que a paciência dos parceiros negociadores se vá esgotando, e a credibilidade de Obama junto a estes se vá desfazendo, e depois é só aguardar pacientemente que algum deles faça uma asneira -porque vai-, para que o 'aliado natural' se coloque novamente a seu lado.

«O compromisso dos EUA com a segurança de Israel é e permanecerá inabalável».

J Street, o lobby de esquerda pró-israel, mostrou-se consternado com o plano de Bibi, e compartilham da preocupação pela inviabilização de uma solução pacífica, que tal medida trará ao processo de criação de dois estados, e ao futuro de Israel como uma pátria judaica democrática.

link externo Haaretz   2009.09.04 / U.S. 'regrets' Netanyahu plan to approve new West Bank homes
link externo Público   2009.09.06 / Israel confirma construção de novos colonatos




Quinta-feira, 03.09.09


Esther, aka Madonna, fez uma pausa durante um concerto em Bucareste, Roménia, para falar sobre a descriminação em relação aos ciganos.

«Descobri que existe muita descriminação contra os ciganos na Europa». A cantora mostrou-se «triste» e apelou para que todos sejam tratados «da mesma forma» e que ninguém seja discriminado.

Não duvido da tristeza da mais recente colunista do jornal diário hebraico Yedioth Ahronoth link externo Yedioth Ahronoth, no ynetnews em inglês. Certamente irá aproveitar o espaço para chamar à atenção das discriminações existentes em Israel.

Aschalo Sama é mais velho que David Banda. Sama é etiope, Banda é malawiano e é filho adoptivo de Madonna. Aschalo Sama é um menino sem escola pela 'simples razão' de ser um etíope em Israel.

A onda de choque politicamente correcta

Algumas dezenas de crianças etíopes não foram aceites em escolas israelitas.

A complacente sociedade israelita está chocada. O Presidente Shimon Peres, Nobel da Paz 1994, expressou-se chocado. Ficar chocado é politicamente correcto, para a indesfarçavel indiferença sionista.

De vez em quando a tampa do esgoto salta, e a jorda espalha-se por toda a parte. Quando o cheiro nauseabundo se torna insuportavel ao nariz, toda a gente clama contra a injustiça. Até que, para alívio das narinas, a tampa fecha vedando o transbordo da jorda que continua a fluir por baixo.

Crianças geram sentimentos especiais, e o caso dos alunos etíopes em Petah Tikva é a ponta do iceberg do racismo em Israel. Jerusalém investe 577 NIShekel por ano num aluno de Jerusalém Oriental contra 2.372 NIS num aluno de Jerusalém Ocidental. Quatro vezes menos, só por causa da etnia da criança. Para Israel isto não conta como o racismo, nem o facto de Jerusalém Oriental não ter as cerca de 1.000 salas de aula, só porque os seus moradores são palestinos. Esta situação não provoca onda de choque na sociedade israelita, nem ninguém clama contra a injustiça, incluindo o presidente, que se expressa chocado com o racismo.

O caso das crianças de Petah Tikva fez levantar a tampa, mas o racismo sionista vai-se encarregar de a fechar muito rapidamente. Numa sociedade absolutamente racista, onde todos os seus componentes são racistas, irá continuar a fluir, debaixo da tampa, casos como o contaminado sistema jurídico onde em muitos casos, há uma lei para judeus e outra para árabes - do Banco de Israel, que não emprega árabes - de cerca de 70.000 cidadãos israelitas árabes, a viver em aldeias sem electricidade ou água corrente, sem estrada de acesso, e por vezes sem escola. E porquê?

Não, não é por serem ciganos. É por serem árabes!!..

link externo Haaretz   2009.09.03 / Ethiopian students affair shows prevalent racism in Israel





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